[[legacy_image_342302]] O Porto de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, movimentou 175,2 mil toneladas nos dois primeiros meses do ano, um crescimento de 81,02% em relação ao mesmo período de 2023. Desse total, 107,3 mil foram registrados no mês de fevereiro. Com isso, o complexo portuário registrou o melhor bimestre operacional de sua história. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Segundo a Portos RS, gestora do complexo portuário, nos primeiros 60 dias de 2024 passaram pelo cais comercial porto-alegrense 43 embarcações entre barcaças de navegação interior e navios de longo curso. Somente as cargas de trigo movimentaram 89,8 mil toneladas, sendo seguidas pelos fertilizantes (45,9 mil toneladas), sebo bovino (20,9 mil toneladas), cevada (17,3 mil toneladas) e cargas gerais (1,3 mil toneladas). O Brasil lidera a lista dos países de origem das mercadorias desembarcadas na unidade durante o primeiro bimestre, com 89,7 mil toneladas, o equivalente a 58,64% do total. Na sequência, aparecem a Rússia (38,9 mil toneladas), Argentina (12,5 mil toneladas), Alemanha (7,1 mil toneladas) e o Uruguai (4,8 mil toneladas). Já os embarques realizados no Porto de Porto Alegre tiveram, principalmente, os Estados Unidos como destino (21,6 mil toneladas) e, também, o mercado interno (570 toneladas). Em fevereiro, a Portos RS anunciou que planeja executar ainda em 2024 a obra de requalificação da pavimentação da área operacional da unidade, o que dará mais agilidade e segurança às operações. Ao comentar os resultados obtidos pela unidade, o gerente de planejamento e desenvolvimento da Portos RS, Fernando Estima, lembrou dos editais de novas áreas de arrendamento, da recuperação da sinalização náutica da hidrovia e das licenças operacionais obtidas junto à Fepam que colocam o Porto de Porto Alegre no caminho de um futuro ainda mais próspero. “O mês de fevereiro é uma boa demonstração do quanto as empresas continuam apostando no Porto de Porto Alegre e do quanto a Portos RS continua apostando firmemente na hidrovia e no cais comercial de Porto Alegre”, afirma Estima.