Programação da Abeph em Santos inclui o debate de vários temas (Vanessa Rodrigues/AT) O trabalho coordenado e de esforço coletivo entre órgãos públicos e entes privados no que se refere à segurança e cibersegurança portuária representam o grande avanço do setor. É o diagnóstico do presidente da Comissão Nacional de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (Conportos), o delegado da Polícia Federal (PF) Marcelo João da Silva. Clique aqui para seguir agora o canal de Porto & Mar no WhatsApp! Exemplos de boas práticas ligadas ao tema foram debatidos nesta quarta-feira (19), na Autoridade Portuária de Santos (APS), no primeiro dia da programação promovida pela Associação Brasileira das Entidades Portuárias e Hidroviárias (Abeph). E elas passam pelo Porto de Santos, mas não somente por ele. “A segurança portuária é uma das agendas fundamentais dos complexos portuários nacionais. Sem dúvida que o Porto de Santos ocupa um espaço estratégico na Conportos. Ele é cenário de muito boas práticas, mas é também importante se abrir para o novo e entender que outros portos enfrentam desafios diferentes e também possuem boas práticas”, afirma. Relações com a cidade Há seis anos como presidente da Conportos, Marcelo Silva, que é de Santos, também esteve na recepção para as autoridades portuárias, promovida pelo Grupo Tribuna, e valorizou o trabalho realizado. “Essa prestação de serviço é fundamental para a comunidade, pela divulgação das informações que dizem respeito ao nosso Porto, à nossa Cidade e ao nosso País”, comenta o delegado da PF. Papel relevante O diretor-presidente do Complexo Industrial Portuário de Suape, em Pernambuco, Marcio Guiot, também tem ligações com Santos. Ele trabalhou na Cidade em três ocasiões, sempre pela iniciativa privada, e mantém laços familiares na região. Por tudo isso, Guiot elogia a atuação plural do Grupo Tribuna, cobrindo diretamente o setor há mais de sete décadas, com a criação, em 1952, da editoria Porto & Mar. “Acho extremamente relevante o papel que o Grupo Tribuna faz de mostrar o Porto dos seus dois lados: no que é gerado de impacto para o dia a dia, mas também a beleza que é a movimentação portuária, os empregos que são proporcionados e toda a importância para a economia”, descreve.