[[legacy_image_279390]] O secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado, Jorge Lima, não se conforma com a pequena participação da Baixada Santista no Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. "Como a Baixada Santista pode ter apenas 2,2%? Aqui eu não aceito. Tem o Porto", afirmou o secretário durante o Summit Porto-Indústria, realizado no auditório do Grupo Tribuna, em Santos. "E temos que parar de encarar o turismo apenas como lazer", emenda. A secretária estadual de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, Natália Resende, chamou a atenção para a importância da logística nesse processo. "Uma das ações na secretaria é o plano de logística, até 2025. Mas precisamos agir. Temos investimentos de R\$ 39 milhões desde o início do ano, com destaque para a ligação seca entre Santos e Guarujá", explica. Com relação aos acessos ao Porto de Santos, Natália reconhece os gargalos e diz que há diálogo com todos as partes, observando a necessidade de ações articuladas para o êxito. "Também não adianta fazer a construção e não pensar em manutenção, sem fazemos infraestruturas sustentáveis, com viabilidade econômica, olhando problemas de curto, médio e longo prazo", explica. Parcerias, logística e energia O consultor Luiz Cláudio Montenegro lembra que é necessário olhar para a demanda e o mercado mundial. E isso passa diretamente pelo Porto de Santos. "Nossa indústria tem que se inserir com parcerias internacionais . A gente se voltou ao mercado interno e ficou difícil competir. Que o Porto esteja associado ao desenvolvimento da indústria. Energia barata e logística eficiente são fundamentais para a competitividade".