(Fonte: APS) A Autoridade Portuária de Santos (APS) está com as contas superavitárias. A gestora do cais santista, o maior do Hemisfério Sul, tem em caixa um saldo positivo de R\$ 3,2 bilhões. Em nota, a APS informou que fechou o terceiro trimestre do ano, referente aos meses de julho, agosto e setembro, com R\$ 3,1 bilhões, mas já chegou a R\$ 3,2 bilhões contando com outubro e novembro. Sobre a liquidez financeira do Porto de Santos, o presidente da APS, Anderson Pomini, afirma que a gestão atual conseguiu “aumentar o caixa, a produtividade e, ao mesmo tempo, dar andamento às pautas prioritárias para o Porto de Santos”. Mantendo O saldo mensal também se manteve positivo ao longo de janeiro a setembro. O cais santista arrecadou, em média, R\$ 155 milhões por mês e gastou R\$ 116 milhões em custos, despesas e impostos. “A arrecadação é proveniente dos contratos de arrendamentos de áreas para operações portuárias e da cobrança de tarifas portuárias. Parte da arrecadação é aplicada na manutenção dos acessos terrestres, que são as avenidas perimetrais, e na infraestrutura aquaviária, no caso, a dragagem”, informou a APS em nota. Os dez principais gastos mensais da companhia portuária são despesas tributárias (R\$ 35,4 milhões); custos e despesas com pessoal (R\$ 24,5 milhões); despesas judiciais (R\$ 9,5 milhões); custos com canal de acesso (R\$ 9,2 milhões); manutenção de bens imóveis e instalações (R\$ 5,1 milhões); despesas com depreciação, amortização e exaustão (R\$ 4,1 milhões); perdas, avarias e indenizações (R\$ 1,9 milhão); utilidades e serviços (R\$ 1,6 milhão); conservação e limpeza (R\$ 1,5 milhão); e manutenção de bens móveis, máquinas e equipamentos (R\$ 1 milhão). Terceiro trimestre De acordo com a gestão do complexo portuário santista, a receita líquida de R\$ 420,9 milhões no terceiro trimestre deste ano representa um aumento de 6,1% em relação ao terceiro trimestre de 2023 e de 5,9% no acumulado do ano. O crescimento no lucro bruto foi de 10% em relação ao mesmo período do ano passado. As receitas patrimoniais subiram 17,8% e as de arrendamentos tiveram alta de 5,3%. Já as receitas tarifárias líquidas totais caíram 3,2%, principalmente em função dos novos descontos tarifários estratégicos concedidos pela APS, como para transporte de passageiros e navios verdes.