[[legacy_image_334725]] Novo balanço da Secretaria da Segurança Pública (SSP) de São Paulo mostra que subiu de 18 para 20 o número de mortes de suspeitos em confrontos travados entre os agentes da polícia e bandidos na Baixada Santista, durante a Operação Verão. Até este domingo (11), ainda segundo o levantamento atualizado, 580 pessoas foram detidas - entre elas 211 procurados pela Justiça. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! A 20ª morte aconteceu neste domingo, na Zona Noroeste de Santos, quando policiais militares da Rota faziam ronda pela região e perceberam um homem que andava de bicicleta com atitude suspeita. Os agentes se aproximaram dele e, logo na sequência, o suspeito sacou uma arma e atirou em direção aos policiais, acertando a viatura. Os oficiais reagiram e acertaram o homem, que foi socorrido e levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Zona Noroeste, onde morreu. Com ele, foram encontrados entorpecentes. O caso está sob investigação e a Polícia Civil solicitou perícia no local. Todas as ocorrências de mortes na Operação Verão, afirma a SSP, estão sendo investigados pela 3ª Delegacia de Homicídios da Deic de Santos, com o acompanhamento do Ministério Público e do Poder Judiciário. As polícias Militar e Civil deram início à terceira fase da Operação Verão na última quarta-feira (7). Ela conta com o reforço de policiais de batalhões de diversas regiões, das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) e do Comando de Operações Especiais (COE). A segunda fase também está em curso, paralelamente, com foco nas ações de combate aos crimes no Litoral durante o verão e no feriado de Carnaval. A outra morteA 19ª morte aconteceu no sábado (10), por volta das 17h38, na Avenida Martins Fontes, em Santos. O homem, de 36 anos, resistiu à ordem de parada dos policiais militares que averiguavam uma denúncia de transporte de armas, jogou o carro contra a viatura, foi atingido e socorrido, mas não resistiu. O envolvido tinha passagens por tentativa de homicídio e associação criminosa e era conhecido como ‘Príncipe’, do Primeiro Comando da Capital (PCC). Um fuzil calibre 556 foi apreendido no porta-malas do carro do criminoso.