Operação Verão começa na próxima segunda (16) na Baixada Santista (Alexsander Ferraz/ AT) A Operação Verão começa na próxima segunda-feira (16) com um reforço de 2.394 policiais militares, 45 a mais do que na operação anterior, para atuar nas nove cidades da Baixada Santista e em três do Vale do Ribeira. O anúncio foi feito nesta terça-feira (10) na reunião do Conselho de Desenvolvimento da Baixada Santista (Condesb), pelo comandante do Comando de Policiamento do Interior 6 (CPI-6), o coronel Rogério Nery Machado. Clique aqui para seguir o canal de A Tribuna no WhatsApp! O reforço no número de policiais dura até 7 de fevereiro e a operação deste ano acontece em fase única, o que significa que não haverá alterações no número de PMs enviados para o litoral de São Paulo. As cidades que recebem o maior reforço no quadro policial são Guarujá (434), Praia Grande (433) e Santos (334). O coronel ainda destacou que os servidores da corporação da região não podem tirar férias ou licenças durante a temporada. Além disso, a Baixada Santista e o Vale do Ribeira vão contar com o apoio de 288 viaturas, a maioria (cerca de 80%) novas, compradas recentemente. “A Polícia Militar chega a esse número calculando a população local das cidades a que a operação vai se referir, a estimativa de turistas que vão se alocar nelas, o tamanho das orlas de praia, o número de praias e também o número de ocorrências geradas nas últimas operações”, explicou. Os 49 policiais enviados para Cubatão, onde não há praia, devem focar no Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI) para evitar furtos e roubos durante os congestionamentos. Além do número maior de policiais e viaturas, o coronel destacou que o litoral recebe dois pelotões recém-criados com o apoio do Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep) e Ronda Ostensiva com Apoio de Motocicletas (Rocam) para patrulhar a região com motos. “Principalmente nos momentos de tráfego problemático, essas motos vão poder dar um atendimento cada vez melhor. Nossa busca é sempre por levar a zero o número de ocorrências. Quando não conseguimos evitá-los, trabalhamos para uma resposta mais rápida possível para reposição da ordem pública”, disse Nery.