Homem tentou matar a ex-companheira nesta segunda-feira (16) (Reprodução) Uma mulher de 19 anos foi vítima de tentativa de feminicídio no bairro Vila Sônia, em Praia Grande, no litoral de São Paulo, na noite desta segunda-feira (16). De acordo com o boletim de ocorrência, o agressor é o ex-companheiro dela, de 30 anos. Conforme apurado por A Tribuna, ele possui passagens pela polícia e, atualmente, estava sob livramento condicional. Agora, ele é considerado foragido. Clique aqui para seguir o canal de A Tribuna no WhatsApp! O caso aconteceu na Rua Edila Amazonina Rodrigues Santos, por volta das 23h. Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP), o agressor invadiu a residência da mulher e começou a discutir com ela e a ex-sogra. A discussão se estendeu e os envolvidos foram até a rua. Na via, a jovem acabou sendo atacada com um golpe na cabeça com um pedaço de madeira após tentar defender a mãe. Ela teve um sangramento intenso e foi socorrida em estado grave ao Pronto-Socorro Central. A reportagem de A Tribuna entrou em contato com a Biogesp, que administra o Complexo Hospitalar Irmã Dulce, no qual está incluso o PS Central, para saber mais informações sobre o estado de saúde da vítima, e aguarda resposta. Ainda conforme a SSP-SP, após o crime, o agressor fugiu e não foi localizado. O caso foi registrado na CPJ de Praia Grande. Agressor estava em livramento condicional A Tribuna apurou que o homem acusado pelas agressões acumula passagens pela polícia. Na primeira, em 2016, foi condenado a 3 anos em regime aberto por posse ilegal de arma de fogo com numeração suprimida. Já em julho de 2017, foi condenado a 4 anos de reclusão em regime semiaberto após ter roubado uma corrente. Em 2019, foi condenado a 17 anos de prisão em regime fechado, desta vez, por roubo qualificado. No entanto, em novembro de 2023, teve o livramento condicional concedido. Agora, ele está foragido. Caso aconteceu na mesma rua onde mulher havia sido morta A cuidadora de idosos Katiana de Oliveira Santos, de 40 anos, foi morta a tiros na manhã do último dia 7, também na Rua Edila Amazonina Rodrigues Santos. O principal suspeito, Eronildo Manoel da Silva, tentou fugir, mas foi preso. Conforme noticiado por A Tribuna, a mulher havia enviado um áudio para uma amiga três dias antes do crime, no qual falava sobre o fim do relacionamento com o homem, e relatava ter sido ameaçada de morte.