[[legacy_image_231271]] Moradores de um condomínio estão processando a dona da cobertura do prédio e dois inquilinos acusados de terem transformado, desde junho deste ano, o imóvel em um 'clube de sexo' com atividades diárias de trocas de casais, strip-teases e sexo.O prédio fica na Rua Figueiredo de Magalhães, em Copacabana, no Rio de Janeiro, com vista para a Praia de Copacabana e o Cristo Redentor. Os acusados negam a prática. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! No processo, que tramita na 19ª Vara Cível, os advogados do condomínio dizem que o imóvel, com 340 metros quadrados e dez quartos, foi transformado em local para 'massagens', com prostituição, venda de bebidas alcoólicas e realização de sexo. Além disso, há entrada de inúmeras pessoas não identificadas no prédio. Na ação é pedido que eles deixem o local, ou, no mínimo, que se garanta a ordem e a identificação de todos que entram no edifício. A prática citada no processo vai também contra a lei e a convenção coletiva do condomínio, além do regimento interno, que proíbe que qualquer unidade tenha destinação nociva ao sossego ou à segurança, assim como local de jogos, clube, saunas, música em volume alto, casas de massagem, sex-shop, cultos religiosos, academias de ginástica, boates ou similares. [[legacy_image_231272]] PropagandaNas redes sociais, o local é descrito como "ambiente discreto e confortável para clientes", e ainda cita que é uma casa de massagens e menciona venda de produtos eróticos. São anunciados eventos com trocas de casais às quintas-feiras e "resenha liberal pós-praia com swing" aos domingos. Para a virada do ano, panfletos divulgam o 'Réveillon Liberal", e tem ingressos que custam R\$ 1,3 mil. Moradores do local dizem, segundo o jornal Extra, que na esquina há um funcionário do local que distribui os panfletos diariamente. Eles ainda reclamam do barulho, do entra e sai de pessoas desconhecidas e até mesmo de vômitos ou vasilhames de bebidas vazios deixados nos elevadores. DefesaEm entrevista ao jornal Extra, o locatário da cobertura, Gilberth Franklin da Silva, alega que o local é apenas "um centro de estética". Segundo ele, durante o dia há um SPA completo com salão de beleza, barbearia, estética facial, massagem e drenagem linfática "com profissionais devidamente habilitados". Silva diz que nenhuma das atividades estão ligadas a sexo. "Depois do expediente cedemos a cobertura para a realização de eventos como swing e aniversários, nos quais os casais fazem o que querem. Não há, portanto, nenhuma regra do condomínio que esteja sendo infringida. Acreditamos estarmos sendo vítimas de perseguição e descriminação por parte dos representantes do edifício", finalizou. * com informações de extra