<div style="clear:both;"> <p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.435427" attr-version="policy:1.435427:1727301088" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.435427/Design sem nome - 2024-09-25T183949.681.jpg?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">Marcelly Peretto está presa pela morte de Igor Peretto; ela esteve no apartamento quando o crime aconteceu (Reprodução)</span></p> <p paraeid="{b4ce152a-a1b3-4372-8631-b829b9b11383}{178}" paraid="745293363"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Marcelly Marlene Delfino </span>Peretto,<a href="https://www.atribuna.com.br/noticias/policia/videos-mostram-que-viuva-e-irm-presas-pela-morte-de-comerciante-em-praia-grande-tinham-relac-o-proxima-1.433449"> presa pela morte do irmão Igor Peretto</a>, estava bêbada e sob efeito de entorpecentes enquanto a vítima morreu, diz o advogado <span data-contrast="auto" style="color: rgb(0, 0, 0); font-size: 12px;" xml:lang="PT-BR"> Leandro </span><span style="color: rgb(0, 0, 0); font-size: 12px;">Weissman</span>. A defesa alega ainda que a acusada não teve qualquer participação no homicídio. A afirmação foi feita durante a reconstituição do criem, que ocorreu na tarde desta quarta-feira (25).</p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{c5f697a2-444a-4c79-859d-2449d89314b8}{17}" paraid="2085458734" xml:lang="PT-BR">Após a reprodução do caso no qual Marcelly e Mario Vitorino da Silva Netto (cunhado preso e acusado por Marcelly como autor da morte de Igor), o advogado, na reconstituição, reforçou que a acusada não participou do crime. <span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">“O que ela diz desde o primeiro momento, só confirma a inocência dela, e ela não tem qualquer participação no episódio”</span>, afirma. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{43b1c55d-610a-4bb0-b613-b515af2888ec}{153}" paraid="1387356452" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Segundo o advogado, no momento do crime, Marcelly estava num quarto ao lado</span>. No apartamento, segundo o boletim de ocorrência (BO), houve uma luta corporal entre Igor e Mario. Nesta ocasião, a acusada confirma que quem partiu para cima primeiro foi o Igor. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{aff85893-ef00-46cc-a0f5-df261f17e8cf}{198}" paraid="909996324" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">No momento do crime, apesar da gritaria entre Mario </span>e Igor, Marcelly relata que não participou da discussão. “Ela estava bêbada e tinha utilizado substância entorpecente. Então essa dinâmica ela não tinha nem como agir por conta de estar dopada”, explica. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{19a5a476-a6a7-4bfc-8882-0752b523bd65}{11}" paraid="1093149600" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Quando Mario e Igor entraram no apartamento, a defesa conta que Marcelly foi a um dos cômodos</span> se trocar. “Ela viu a discussão e foi para o quarto dela trocar de roupa. Eles entraram no apartamento e ela estava nua na cama e foi pra outro cômodo”, reforça. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{ed39cf55-1586-4dfe-b88b-ad43f8c5f457}{169}" paraid="2052719400" xml:lang="PT-BR"><strong><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">O </span>assassinato </strong><br /> <span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Igor</span> Peretto, de 27 anos, foi assassinado a facadas dentro do apartamento da irmã (Marcelly), que fica na Avenida Paris, no Bairro Canto do Forte, em Praia Grande, no dia 31 de agosto. A Polícia Civil ainda não confirma quem matou Igor. Dentro do imóvel onde aconteceu o crime, estiveram Igor, Rafaela, Marcelly e Mario. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{c2c44689-6b24-493c-8cbb-16d000e8fd66}{1}" paraid="1944401088" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">De acordo com o BO, a cena aponta para luta corporal. Uma faca que teria sido usada no crime também foi achada no apartamento, perto de uma </span>porta. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{c2c44689-6b24-493c-8cbb-16d000e8fd66}{82}" paraid="1152958612" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">O</span> documento diz que após serem chamados e chegarem ao prédio, policiais militares foram atendidos pela síndica. Ela relatou aos PMs que, durante a madrugada, ouviu barulho e gritaria vindos do apartamento, no quarto andar. Os vizinhos foram até a porta do apartamento, tocaram a campainha e bateram à porta, mas não foram atendidos. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{c2c44689-6b24-493c-8cbb-16d000e8fd66}{44}" paraid="151080591" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">A</span> síndica contou aos agentes que viu, por câmeras de monitoramento do prédio, que Marcelly e Rafaela chegaram ao edifício e entraram no apartamento. Era por volta de 4h35. Quase uma hora depois, Mário e Igor apareceram e pediram ao porteiro para entrar. A irmã de Igor só permitiu que subissem caso os dois fossem juntos ao apartamento. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{c2c44689-6b24-493c-8cbb-16d000e8fd66}{60}" paraid="193287707" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Ainda</span> com base nas câmeras, por volta de 6h, Mário e Marcelly deixaram o apartamento, desceram pela escadaria e foram à rua pelo estacionamento. Conforme os PMs, havia a impressão de que Igor e Rafaela poderiam estar no imóvel, em cujo corredor de acesso havia sangue. Rafaela, porém, não estava lá. O apartamento foi aberto com ajuda de um chaveiro. Policiais acharam o corpo de Igor caído no quarto, perto da janela. </p> </div>