Bruno Rodrigues Magalhães, de 34 anos, posando no hostel onde se hospedou em Santos. Ele enviou a foto para a mãe no dia 15 de março (Arquivo Pessoal) O resultado do exame de DNA confirmou que o corpo encontrado em uma área de difícil acesso na Praia do Sangava, em Guarujá, pertence ao turista carioca Bruno Rodrigues Magalhães, que desapareceu no dia 14 de março. O corpo foi encontrado no dia 28 do mesmo mês. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! À reportagem de A Tribuna, o irmão da vítima, Marcelo Rodrigues Magalhães, disse que, no momento, a família está concentrada em resolver trâmites burocráticos para fazer o transporte do corpo para o Rio de Janeiro, onde Bruno vivia. “Existem familiares aqui, minha mãe principalmente, abalados desde o início. Até ontem (terça-feira, 25), ela acreditava que podia encontrar o filho vivo”, desabafa o irmão. “No fundo, a gente sabia que era ele. A gente precisava dessa confirmação, mas, agora, nós estamos focados mesmo em trazer o Bruno de volta para cá, fazer o enterro, o sepultamento e continuar a vida”, completa. Confirmação Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP-SP) disse que o caso é investigado através de inquérito policial na 3ª Delegacia de Homicídios da Divisão Especializada de Investigações Criminais (DEIC) de Santos, e que a autoridade policial recebeu o exame de DNA, do Instituto Médico Legal (IML), confirmando que o corpo localizado no dia 28 de março é do turista desaparecido. A equipe da unidade prossegue com as diligências para esclarecer todos os fatos. Relembre o caso Bruno Rodrigues Magalhães, de 34 anos, desapareceu no dia 14 de março enquanto fazia uma trilha pela Praia do Sangava, em Guarujá. Dois dias depois, uma mulher registrou boletim de ocorrência afirmando ter sido vítima de um assalto na mesma área. Segundo o documento, na tarde do dia 15, um homem com as mesmas características físicas de Bruno havia sido baleado na coxa esquerda após reagir a um assalto. No dia 28 de março, um corpo em estado de decomposição foi encontrado em uma área de difícil acesso na Praia do Sangava. Em 10 de abril, o irmão de Bruno disse à reportagem de A Tribuna que não foi possível identificar visualmente o corpo, mas que os familiares tinham reconhecido objetos que estavam próximos, como a mochila e as roupas que ele vestia: um short, uma camiseta rosa e chinelos, além dos documentos.