400 frascos de comprimidos contendo HARP 100, foram encontrados no interior do veículo. A substância é proibida pela ANVISA e associada a diversas mortes (Divulgação/Polícia Civil) Um homem e uma mulher foram presos em flagrante pela Polícia Civil de Santos, após serem acusados de tráfico de medicamentos sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). O casal foi capturado após uma série de investigações que apontaram sua participação em uma rede de distribuição de substâncias controladas e proibidas na Baixada Santista. As prisões aconteceram na terça-feira (28). Clique aqui para seguir o canal de A Tribuna no WhatsApp! De acordo com informações da Polícia Civil, as investigações começaram a partir de uma denúncia que relatava a prática de contrabando de medicamentos, com foco na atuação da mulher, que usava um veículo VolksWagem/Up de cor prata para transportar os produtos ilegais. A denúncia foi registrada e indicava que ela estava facilitando a venda de medicamentos sem registro, uma infração grave à legislação sanitária. Ainda de segundo a Polícia, após as buscas diárias e o uso de tecnologia de rastreamento, os policiais localizaram o veículo da mulher nas proximidades de um posto de gasolina na Avenida Dr. Waldemar Leão, no bairro Jabaquara, em Santos. Ao abordarem o veículo, os policiais encontraram a mulher e o homem, com 400 frascos de comprimidos contendo HARP 100, substância proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e associada a diversas mortes. O carro que foi encontrado quando os policiais abordaram a dupla (Divulgação/Polícia Civil) Embora ambos tenham negado as acusações, optando por permanecer em silêncio, a polícia confirmou a prática do crime. A investigação revelou que a venda desses medicamentos se encaixa no Artigo 273 do Código Penal Brasileiro, que trata da comercialização de produtos médicos sem registro. A pena prevista para esse crime é de reclusão de 10 a 15 anos, além de multa. Após os procedimentos legais, os dois foram autuados e encaminhados ao sistema penitenciário. Por fim, a Polícia Civil destacou que segue com as investigações para identificar outros envolvidos no esquema.