[[legacy_image_29359]] O homem que matou Leonardo dos Santos Antonio, de 32 anos, na madrugada de sábado (10) em um bar de Guarujá, teria perguntado à vítima e outras duas pessoas 'quem seria o primeiro a morrer' antes de efetuar o disparo, de acordo com uma testemunha entrevistada pelo G1. Clique aqui e assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90. Ganhe, na hora, acesso completo ao nosso Portal, dois meses de Globoplay grátis e, também, dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! A Polícia Civil afirma que já identificou e está à procura do atirador. Um dos amigos que acompanhava Leonardo no restaurante bar Kairós, que fica no Jardim Tejereba, revelou os momentos que antecederam ao crime. Eles aproveitavam a noite no bar já que Leonardo, que trabalhava em Santa Catarina, pegaria a estrada no dia seguinte. A testemunha afirma que chegou ao restaurante com os três amigos as 21h. Por volta de 0h, todos decidiram ir embora. No caminho até o caixa, encontraram um comerciante conhecido na região, que cumprimentaram rapidamente. À mesa com ele haviam mais pessoas, dentre elas o homem que minutos mais tarde cometeria o crime. [[legacy_image_29360]] Após pagarem a conta, na saída, à caminho da porta, eles foram parados pelo homem que estava na mesa sentado com o comerciante. Segundo o relato de um dos amigos, ele perguntou ao trio quem seria o primeiro a morrer. "Ele perguntou num tom que parecia até brincadeira. Ninguém entendeu nada, então ficamos sem reação", conta a testemunha. Ele diz, ainda, que o desconhecido insistiu na pergunta, mandando eles decidirem logo quem seria o primeiro a ser assassinado. Foi quando o indivíduo sacou a arma e ficou revezando, apontando para um de cada vez. "Ele apontava a arma pro rosto do Leonardo, pra mim e pro meu amigo. Depois, voltava pro Leonardo. Fez isso duas vezes", relata o amigo. "Na terceira vez, quando ia voltar a arma pra mim, ele mirou no Leo e atirou." O homicídio foi registrado na Delegacia Sede de Guarujá, mas será encaminhado para prosseguimento das investigações na Delegacia de Homicídios de Santos.