Além de amigo de Robinho, Rudney é seu ex-segurança (Reprodução/ Instagram) Ex-segurança de Robinho e um dos amigos citados no caso de estupro de uma albanesa em boate de Milão, em 2013, Rudney Gomes da Silva, de 46 anos, morreu após se jogar do 11º andar de um prédio no bairro Gonzaga, em Santos, na noite desta terça-feira (18). O corpo foi encontrado no estacionamento de uma galeria. Clique aqui para seguir o canal de A Tribuna no WhatsApp! A Tribuna teve acesso ao boletim de ocorrência. O caso aconteceu em um prédio localizado na Avenida Ana Costa, por volta das 19h15 desta terça-feira (18). No documento consta que a Polícia Militar (PM) foi acionada pelo Centro de Operações Policiais Militares (Copom). A síndica do prédio recebeu os policiais e contou que foi informada pelo porteiro de que havia um corpo no estacionamento da galeria. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e constatou o óbito no local. Para reconhecimento do corpo, a síndica mostrou as imagens a um amigo da vítima, que informou que Rudney passou o dia em sua casa e desceu para comprar algo. Segundo o amigo de Rudney, o ex-segurança de Robinho estava com depressão. O celular dele estava no apartamento do amigo e foi apreendido. Como nenhum familiar esteve presente e não havia documentos no corpo, foi solicitada confirmação por meio de exame do Instituto Médico Legal (IML). Envolvimento no caso Rudney Gomes faz parte do grupo de cinco amigos do ex-jogador Robinho envolvidos no caso de estupro coletivo na Itália. Na ocasião, Robinho e o amigo Ricardo Falco foram condenados a nove anos de prisão por violência sexual em grupo contra uma albanesa, em uma boate de Milão, em 2013. Outros quatro brasileiros também foram denunciados pelo Ministério Público da Itália por envolvimento no estupro, entre eles Rudney, Clayton Santos, Alexsandro da Silva e Fabio Galan. No entanto, eles sequer chegaram a ser julgados e deixaram a Itália antes da notificação do julgamento. Por esse motivo, o juiz responsável pelo julgamento resolveu separar os casos. O advogado da vítima, Jacopo Gnocchi, disse ao UOL, na época, que pretendia reverter a situação dos outros envolvidos, para que eles também fossem responsabilizados, caso fosse provada a participação deles. AVISO DE CONTEÚDO: Este artigo aborda temas relacionados à depressão e suicídio. Se você estiver enfrentando momentos difíceis ou precisar de apoio, não hesite em buscar ajuda. O CVV (Centro de Valorização da Vida) oferece apoio emocional gratuito, de forma sigilosa, 24 horas por dia. Ligue para 188 ou acesse www.cvv.org.br. Você não está sozinho!