[[legacy_image_17022]] Com histórico de violência doméstica e já tendo sido preso por esse motivo, o ajudante de pintor Rosivaldo Silva Santos, de 37 anos, foi assassinado a facadas em Itanhaém, por volta das 3 horas desta segunda-feira (2). Clique aqui e assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90. Ganhe, na hora, acesso completo ao nosso Portal, dois meses de Globoplay grátis e, também, dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! De autoria ainda desconhecida, o homicídio aconteceu na Avenida Camboriú, no Gaivota. Eventuais testemunhas não foram encontradas no local. Rosivaldo apresentava diversas marcas de facadas no peito, na barriga, no rosto e nos pés. Equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionada, mas a vítima já estava morta. O delegado Rodrigo Saretta Veríssimo registrou o caso na Delegacia Seccional de Itanhaém. Documentos achados nas roupas da vítima possibilitaram identificá-la. Com ela havia um alvará de soltura com data do último dia 5 de março. Quatro dias antes, Rosivaldo havia sido preso em flagrante por violência doméstica com base na Lei Maria da Penha. Naquela ocasião, inconformado com a separação, Rosivaldo invadiu a casa da ex-mulher, em Itanhaém, dizendo que a mataria. Filha da vítima e enteada do ajudante de pintor, uma garota de 13 anos se posicionou na frente do padrasto e foi empurrada. Em seguida, Rosivaldo pegou pelo pescoço o próprio filho que teve com a ex-mulher e o “arremessou longe”, conforme contou a mãe. A criança tem apenas 2 anos e sofreu escoriações nas orelhas. A ex-companheira do ajudante de pintor relatou na época da prisão em flagrante que Rosivaldo era usuário de cocaína e de bebidas alcoólicas. Ela alegou que não se separou antes porque ele sempre a ameaçava matá-la caso terminasse o relacionamento.