[[legacy_image_358261]] A Câmara de Mongaguá aprovou na sessão desta segunda (20), por 8 votos a 4, um requerimento que prevê a criação de uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) para apurar os investimentos de recursos, processos e resultados das obras públicas iniciadas, em tramitação ou que tenham sido finalizadas pelo Executivo Municipal neste ano. O requerimento aprovado na sessão havia sido assinado por oito parlamentares. A justificativa dos vereadores é que a Prefeitura estaria subvertendo processos licitatórios ao abrir a concorrência sem ter em mãos os recursos para as obras. Nas redes sociais, o prefeito Márcio Melo Gomes, o Márcio Cabeça (Republicanos), publicou um vídeo em que critica o Legislativo. “Vereador tem que aprender um pouquinho mais, têm que estar preparado para saber o que é lei de fato”, disse. “Toda vez que se tem uma emenda, estadual ou federal, e tem o número dessa emenda publicada em diário (oficial), você pode abrir o processo licitatório”. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Falta muniçãoNo texto de um requerimento enviado à Prefeitura de Santos, o vereador Fábio Duarte (PL) afirma ter sido procurado por integrantes da Guarda Municipal, para informar que a corporação está fazendo patrulhamento em áreas de risco sem munição para armamento pesado. Do bolsoDuarte ainda escreve ter sido informado de que o secretário de Segurança Pública Municipal, Sérgio del Bel, teria determinado que os GCMs comprassem munição com os próprios proventos. Quer saberPor isso, o vereador questiona se as informações procedem. Em caso afirmativo, por que não estão disponíveis? E se há licitação em curso para a compra. A respostaA coluna entrou em contato com a Prefeitura. Em nota, a Secretaria de Segurança de Santos informou que não procede a informação de falta de munição, tampouco que o secretário tenha determinado a compra pelos próprios agentes. Diretamente“A Pasta ainda esclarece que recebeu o documento citado pela reportagem. A resposta será enviada diretamente ao vereador”. Produtos químicosDeve ser votado nesta terça (21) na Câmara de Santos, em primeira discussão, projeto de lei do vereador Benedito Furtado (PSB), que altera o Código de Posturas para proibir o uso de substâncias tóxicas e produtos químicos na lavagem de calçadas. Na justificativa, evoca os males que podem causar a cães, gatos e aves que entrem em contato com essas substâncias. Faixa para corridaO vereador santista Fabrício Cardoso (Pode) enviou requerimento à Prefeitura para saber se existe estudo para criar faixa destinada à prática de corrida, ao lado da ciclovia, na orla. Corrida fora de lugarA justificativa é que muitas pessoas praticam corrida na avenida da praia, “compartilhando o espaço com veículos”, ou na ciclovia, aumentando o risco de acidentes. ConscientizaçãoFabrício também pede a implantação implantação de campanhas de conscientização sobre o tema. Santos É uma HistóriaÉ o nome do encontro de sábado (25), às 16h30, na Casa das Culturas de Santos (Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova), que reunirá o advogado Luiz Rodrigues Corvo, o cientista político Alcindo Gonçalves. A mediação será do jornalista, ex-editor-chefe de A Tribuna, Carlos Conde. Eles têm históriaEleito vereador em 1963, aos 22 anos, pelo então Partido Republicano, Corvo foi cassado pela ditadura, em 6 de abril de 1964. Já Alcindo foi vereador em Santos entre 1983 e 1988, além de presidente da Prodesan. “É fundamental colocar ordem na bagunça que foi herdada (...) Este ano vai ser melhor do que o anterior, e assim sucessivamente” Fernando Haddad, ministro da Fazenda, após reunião com representantes da indústria siderúrgica