(Vanessa Rodrigues/Arquivo AT) O juiz da 295ª Zona Eleitoral de Peruíbe, Guilherme Pinho Ribeiro, deu cinco dias, a partir de ontem, para que o Ministério Público Eleitoral se manifeste sobre uma ação impetrada contra membros do grupo que, por 81 votos, venceu a eleição para a Prefeitura. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! O Podemos, partido presidido por Wanessa Matos, vice do candidato Gilson Bargieri (MDB) e que ficou em segundo lugar, acusou os eleitos Felipe Bernardo (PSD, a prefeito) e Alexandre Tamer Júnior (PSB, a vice) de produzir “documento falso que simulava uma decisão judicial” e promover “disparo em massa” a eleitores, valendo-se, até, “de servidores públicos”. Constava na montagem que Bargieri “não poderia concorrer à eleição”. Representado pelo advogado Mario Henrique Bernardes Pereira, o Podemos aponta também o prefeito Luiz Maurício (PSD) e três funcionários comissionados por abuso de poder político. “Não houvesse (...) esse artifício criminoso, o resultado da eleição, provavelmente, seria outro”, alega. Objetivo maior Na ação, o Podemos pede busca e apreensão de celulares, computadores, quebra de sigilos telefônico e bancário das seis pessoas citadas. E requer à Justiça Eleitoral que, se concluir por abuso, torne todos inelegíveis por oito anos, casse os diplomas dos eleitos e “seja convocada nova eleição” em Peruíbe. Tudo de novo O pedido de novo pleito se explica. Conforme o Código Eleitoral, com reforço de resolução de 2021 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), quando se anula a votação da chapa vencedora, não mais assume a segunda colocada: a cidade fica sem ter prefeito declarado, e se realizam eleições novamente. “Dentro da legalidade” “Nós não fomos citados no processo judicial. Porém, antecipamos que toda a campanha eleitoral foi realizada dentro da legalidade e temos plena certeza da improcedência da ação”, responde, em nota, a assessoria da coligação Pra Frente Peruíbe — que representa Felipe Bernardo, Alexandre Tamer e o atual prefeito, Luiz Maurício. Em dois anos Na vizinha Itanhaém, o ex-prefeito João Carlos Forssell (PV), que foi o quarto mais votado para o Executivo e recorre à Justiça Eleitoral para ter seus 8.812 votos validados, afirma se “preparar para 2026”. Para ele, a votação que obteve é um indicativo de que tem apoio popular. Quanto ganharão A Câmara de Santos vota nesta quinta-feira (17), em discussão única, projeto da Mesa Diretora para fixar, no menor valor inicialmente previsto e em reajuste único — e não, em três etapas —, os subsídios dos vereadores que assumirão em janeiro: R\$ 18.867,62. Oncologia Na tentativa de melhorar o atendimento a pacientes com câncer no Estado, a deputada estadual Solange Freitas (União) preside, às 16 horas desta quinta-feira (17), audiência pública na Assembleia Legislativa sobre filas em serviços de oncologia. Por vídeo O debate será promovido em conjunto com o Instituto Oncoguia, em São Paulo. Pode, porém, ser visto na TV Alesp: www.youtube.com/user/assembleiaspconteudo Com Farid O candidato à Prefeitura de Guarujá pelo Podemos, Farid Madi, recebeu novo apoio. Agora, do PDT, que terá dois vereadores a partir do próximo ano. “Farid representa o reencontro da Cidade consigo mesma (...). Simboliza a união de todas as forças democráticas de nosso Município”, diz o presidente local do PDT, Renato Zaccaro. Com Vitiello O PCdoB guarujaense emitiu nota para confirmar que está com o candidato do PP ao Executivo, Raphael Vitiello. “Ele estará aberto a discutir soluções, inclusive adotando parte das nossas propostas para seu futuro governo”, afirma, ao lembrar que o candidato comunista ao Executivo, Sidnei Aranha, já abriu processos contra Farid. "Nós temos o arcabouço (fiscal), que está de pé e vai se manter de pé. (...) É preciso que o Brasil caiba dentro do Orçamento brasileiro” Simone Tebet, ministra do Planejamento, ao dizer que é hora de “levar a sério” uma revisão geral de gastos do Governo Federal