(Divulgação) Esta é a segunda metade do mandato do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). Para uma categoria profissional, trata-se de momento propício para resolver defasagem de salários: a dos delegados da Polícia Civil. A presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado (Sindpesp), delegada Jacqueline Valadares (foto), recorre a números e fatos. O dado é o aumento de 11,2% na verba destinada à Segurança Pública neste ano, em relação a 2024, com R\$ 20,3 bilhões reservados para a secretaria estadual do setor. Entre os fatos, segundo ela, a Polícia Militar obteve recomposição de vencimentos superior à da Civil, contrariando o que “foi prometido”: que “haveria correção da injustiça ocorrida com a preterição, por décadas, da Polícia Civil”. Jacqueline também lembra que o próximo ano será de eleições, o que, por lei, motivará limitações à concessão de reajustes ao funcionalismo público. Portanto, é o ano para se aprovar “um reajuste escalonado para a instituição, para os próximos dois anos, não podendo ser mais postergado” e da adoção de um plano de progressão de carreira “atrativo” para cargos como os de delegado, investigador, escrivão, perito e papiloscopista. “Só assim para aumentarmos a atratividade das carreiras e diminuirmos a constante evasão de servidores para outros concursos e iniciativa privada”. Estatísticas “São Paulo é um dos estados que pior pagam seus delegados. Está na 22ª colocação nacional, entre todas as unidades da federação, mesmo sendo o mais rico do País em arrecadação. Trata-se de realidade inaceitável e que, infelizmente, leva à constante saída de delegados de nossos quadros, favorecendo o déficit, que, hoje, é de 34%”, afirma a delegada Jacqueline Valadares. Exemplo federal Para comparação, o Sindpesp usa o Governo Federal. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou, em dezembro de 2023, reajustes parcelados para as polícias Federal e Rodoviária Federal. São aplicados desde agosto do ano passado e se concluirão em maio de 2026. Espectro Temas a que partidos mais à esquerda são afetos na Administração Pública em Santos, sobretudo desde o final da década de 1980, saúde e direitos humanos permanecerão com vereadores desse espectro político em comissões permanentes da Câmara Municipal. Saúde Neste biênio, a Comissão de Saúde — que em 2023 e 2024 teve à frente a então vereadora Telma de Souza (PT) — é presidida pelo vereador Marcos Caseiro (PT), médico e estreante na Casa. O vice é Adriano Catapreta (PSD, no lugar de Bruno Orlandi, chamado à Secretaria de Assuntos Portuários e Emprego), e o terceiro membro, Carlos Teixeira Filho, o Cacá Teixeira (PSDB). Direitos humanos Também dirigida antes por Telma, a Comissão de Defesa da Cidadania e dos Direitos Humanos está, neste ano e no próximo, a cargo da vereadora Débora Camilo (PSOL). Como vice-presidente, Renata Bravo (PSD), e terceiro membro, Caseiro. Saneamento A Sabesp reestruturará a rede de captação de esgoto e atuará para inibir descarte clandestino de resíduos em Mongaguá. Assim foi dito ao prefeito interino de Mongaguá, Luiz Berbiz de Oliveira, o Tubarão (União). A resolver Tubarão conversou com o gerente de Divisão da Sabesp, Fernando Eduardo Ventura Doveri, a quem pediu a solução de vazamentos em pontos de verificação de esgoto na Cidade. Também mostrou trechos de bairros onde o solo está desnivelado e solicitou providências. Comunicação Diretor da Associação Brasileira de Comunicação Pública, o jornalista e doutor em Ciências Humanas e Sociais Michel Carvalho promoverá o minicurso O Papel da Comunicação na Construção de um Mandato Cidadão. Mais perto Carvalho apresentará um guia para vereadores e assessores, mas o curso será aberto ao público. O objetivo é que mandatos sejam mais próximos da comunidade, com transparência. Será na quarta-feira, às 14 horas, na Câmara de Praia Grande. Inscrições pelo link.