[[legacy_image_17155]] A aspirina será investigada em tratamentos para pacientes hospitalizados com COVID-19. O ensaio de avaliação randomizada de Covid-19 acontece em 176 hospitais no Reino Unido e, até agora, recrutou mais de 16.000 pacientes. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal, GloboPlay grátis e descontos em dezenas de lojas, restaurantes e serviços! De acordo com o estudo, divulgado no site de pesquisas Recovery, pacientes contaminados pelo novo coronavírus correm maior risco de formação de coágulos no sangue devido ao aumento de plaquetas hiper-reativas, que são células que estancam sangramentos. Como a aspirina é justamente um agente que reduz essa formação, o estudo acredita que o medicamento possa contribuir reduzindo a formação desses coágulos. Pelo menos 2.000 pacientes deverão receber 150mg junto da medicação para a Covid-19, e os dados serão comparados com pelo menos 2.000 outros que não receberão a aspirina. É possivel que o estudo ainda leve vários meses até ser concluído ou aponte alguma evidência. A decisão de adicionar aspirina ao estudo foi feita pelos pesquisadores da Universidade de Oxford, que lideraram o estudo em conjunto com o professor Martin Landray, do Departamento de Saúde da População de Nuffield, seguindo uma recomendação do UK Covid-19 Therapeutics Advisory Panel. O Recovery foi o primeiro a demonstrar que a dexametasona poderia ajudar a salvar vidas de pessoas com formas graves de Covid-19, e também mostrou que a hidroxicloroquina não apresentava benefícios para tratamentos em pacientes infectados pelo novo coronavírus. Ele envolve milhares de profissionais em 176 hospitais no Reino Unido, com o apoio de funcionários da NIHR Clinical Research Network, NHS DigiTrials, Public Health England, Department of Health & Social Care, o Intensive Care National Audit & Research Centre, Public Health Scotland, o Secure Anonymised Information Linkage na University of Swansea e o NHS na Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte.