[[legacy_image_19334]] Manifestantes contrários a medidas de lockdown se reuniram no centro de Londres neste sábado (17), horas depois que a capital britânica passou para o segundo nível mais alto de alerta contra a covid-19. Clique aqui e assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90. Ganhe, na hora, acesso completo ao nosso Portal, dois meses de Globoplay grátis e, também, dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Na medida em que uma segunda onda de infecções ganha velocidade, o governo do primeiro-ministro Boris Johnson intensificou as restrições em partes da Inglaterra onde os casos estão aumentando - na esperança de proteger a economia e permitir que as regiões menos afetadas permaneçam abertas. A partir da meia-noite de sexta-feira (16), Londres passou para o "nível 2" ou "alto risco". Isso proíbe pessoas de encontrar alguém fora de sua casa ou "bolhas de apoio" - incluindo amigos ou parentes que ajudam a cuidar de crianças - em qualquer ambiente interno. As regras também proíbem mais de seis pessoas de se encontrar ao ar livre, embora a polícia tenha optado por não aplicá-las enquanto milhares de ativistas antilockdown marchavam pela Oxford Street, uma das ruas comerciais mais movimentadas do mundo em tempos normais. Os manifestantes consideram as restrições contra a covid-19 desnecessárias e uma violação dos direitos humanos. Alguns se opõem ao uso de máscaras e à vacinação. Muitos carregavam cartazes dizendo: "Meu corpo, minha escolha, não às máscaras obrigatórias". "Há muitas coisas que podem matá-lo, você sabe, pode acontecer qualquer dia", disse o manifestante Aragorn Kyley, 17 anos. "É sobre viver, não apenas sobreviver. Queremos ser capazes de desfrutar de nossas vidas, não apenas ficar presos em casa." Neste sábado, 57% da população do Reino Unido viviam sob restrições mais rígidas contra a covid-19.