Os contos de fadas são histórias fantasiosas com seres imaginários, com poderes mágicos e sobrenaturais (FreePik (IA)) Era uma vez ou viveram felizes para sempre? Seja qual for o roteiro, como num passe de mágica, o 26 de fevereiro foi transformado em Dia Nacional de Contar um Conto de Fadas, uma data para estimular a criatividade e a viagem de adultos e crianças ao mundo da imaginação. Os contos de fadas são histórias fantasiosas com seres imaginários, com poderes mágicos e sobrenaturais, que despertam a imaginação, sonhos e emoção. Há muitos exemplos ao longo dos tempos, como o Conto da Mamãe Gansa (1695), do francês Charles Perrault; Cinderela (1812), dos irmãos Jacob Ludwig Carl Grimm e Wilhelm Carl Grimm – os irmãos Grimm; e Patinho Feio (1843) e A Pequena Sereia (1837), do dinamarquês Hans Christian Andersen. São histórias atemporais, imortais, que encantam e educam adultos e crianças pelos séculos afora. “Os contos de fadas utilizam narrativas populares e constroem sonhos que são o grande combustível das nossas vidas. Os contos não têm a necessidade de transmitir moral da história, como acontece nas fábulas, e tampouco manter traços de realidade, como acontece nas lendas. A ideia é que seja afetivo e leve os leitores ao universo das emoções, mexendo com o imaginário”, explica Paula Alexandre, docente do curso de Contador de Histórias do Senac São Paulo. Ao lado, ela indica algumas técnicas para quem deseja se iniciar na arte de contar histórias para a garotada de todas as idades.