Chacao trabalha diariamente com seu automóvel em Santos e ainda viaja para outras cidades no Estado (Vanessa Rodrigues/AT) Formado em Administração de Empresas, Rodrigo Chacao, de 52 anos, mostra preocupação com os pneus do automóvel em razão de uma herança familiar. Além de o pai dele ser um apaixonado por carros e tê-lo ensinado a ter atenção com todos os itens de segurança do veículo, uma viagem ocorrida em 1987 reforçou esse senso de prevenção no morador do Boqueirão, em Santos. “Estava indo passar o Natal em Salvador com minha família e estourou um dos pneus, que não estava em bom estado. Meu pai perdeu a direção e saímos da pista, caindo em um barranco fora da estrada. A sorte é que chovia muito e o mato molhado absorveu o impacto. Graças a Deus não aconteceu o pior. O trauma fez com que os pneus merecessem cada vez mais a minha atenção”, relembra. Chacao trabalha diariamente com o seu automóvel, um elétrico da Volkswagen, o ID.4, com o qual está há dois meses. Ele é diretor do Grupo Verreschi, de Santos, empresa de call center focada em cobrança, atendimento e business, composta por 370 colaboradores. “Minha rotina é de vir trabalhar na empresa, pego minha filha (Maria Eduarda, de 18 anos) no estágio no final do dia, e pelo menos duas vezes na semana viajo com o carro atendendo clientes na Capital, Americana e Campinas”, descreve. Herança continua Apesar de a filha não ter o mesmo interesse do pai com relação a tirar a carteira de habilitação e dirigir, como tem acontecido com outros jovens da mesma idade dela, Rodrigo Chacao afirmou que Maria Eduarda irá iniciar as aulas na autoescola no próximo ano. Tudo também dentro de uma herança familiar. “Na mesma linha do meu pai, procuro passar para ela o cuidado e a proteção que precisamos ter quando dirigimos, com relação a pedestres, bicicletas e tudo o mais, somadas à responsabilidade com a manutenção do carro, mas principalmente com o próximo”, afirma.