[[legacy_image_279552]] O zelo com a disciplina mostrado pelo técnico Paulo Turra neste início de trabalho à frente do Santos é antigo. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Campeão brasileiro de 2002 com a camisa do Santos, o ex-atacante Alberto conhece a fama do então zagueiro. Os dois jogaram juntos no Palmeiras e levantaram uma taça: a da primeira edição da Copa dos Campeões de 2000, que dava ao vencedor uma vaga na Libertadores. “Era um jogador disciplinado, mas não poderia imaginar o que ele optaria como profissão no futuro”, comenta Alberto. A consciência com horários e compromissos com as atividades no clube, demonstrada nos casos dos laterais Nathan e Lucas Pires, que foram punidos por estarem em uma balada, ou no de Soteldo, que se recusou a participar de um treino, estava na rotina diária de Turra defendendo o Verdão. “Sempre chegava no horário, nunca dava brecha para ser chamada a atenção e treinava muito sério”, resume o ex-atacante. Como não poderia ser diferente, Alberto define Paulo Turra como um “jogador sério”. “Eu e ele não tínhamos tanta convivência. Apenas trabalhamos juntos. Com a galera do Sul, assim como ele, tive mais contato com o Titi", relembra o ex-atacante, referindo-se ao volante daquele elenco comandado por Marco Aurélio. O carinho de Alberto pelo Peixe não poderia fazer com que ele desejasse algo diferente para o clube, que clama por uma rápida recuperação. O Santos acumula 12 jogos sem vitórias, está perto da zona de rebaixamento e o próximo adversário será o Goiás, domingo, às 11 horas, na Vila Belmiro, pelo Brasileirão. “Como torcedor, espero que ele consiga tirar o Santos desta situação incômoda”, sentencia Alberto.