[[legacy_image_95857]] Ao término da derrota do Santos por 1 a 0 para o Athletico-PR, nesta quarta-feira (25), em Curitiba, pela Copa do Brasil, o técnico Fernando Diniz não escondeu a decepção com o pênalti não marcado. Na jogada, a bola tocou no braço de Renato Kayser dentro da área do Furacão, mas o árbitro Marcelo de Lima Henrique não marcou nada – e o VAR nem foi acionado. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! “A gente vive uma crise de critério e identidade da arbitragem e no VAR. O pênalti de hoje (ontem) deveria ter sido marcado na época em que eu jogava e na época em que o Pelé jogava. O cara perdeu o tempo da bola e usou o braço para dominar. O Marcelo de Lima Henrique falou que era um lance fácil de apitar, que não foi pênalti. É o mesmo que falar que o gramado é azul”, comentou. Sobre o mau futebol, o treinador entende que as constantes mudanças no time, com a saída e a chegada de jogadores, tem muita influência. “Na minha chegada ao Santos, o que mais me entristeceu foi a saída de jogadores. Esse tipo de mudança é o que me deixa mais chateado, mas são coisas que acontecem, não temos controle. Quando o time começa a se encontrar, sai um, sai outro, e esses que chegam agora... Não podemos exigir que, por exemplo, o Baptistão, esteja em forma para jogar. Essa falta é o oposto do que acontece hoje com o Athletico: não perde jogador, vai incrementando o seu elenco, contrataram o Pedro Rocha, que não conseguimos. A minha queixa é isso”.