[[legacy_image_194380]] O empate por 0 a 0 neste domingo (24), na Arena Castelão, diante do Fortaleza, foi suficiente para o técnico Lisca, que fez a sua estreia, detectar que o time precisa de muitos ajustes. Ainda conhecendo os jogadores que têm à disposição, o treinador fez uma análise da atuação pouco inspirada do time na capital cearense, mas prometeu dar uma postura mais ofensiva ao Peixe ao longo do trabalho. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! “Eu quero Santos com a cara do Santos. A minha cara é muito feia. Tem que ser um time insinuante, agressivo. Que agride e defende bem. As transições são definitivas no futebol atual. O Fortaleza pressionou alto, nossos meias ficaram mais soltos e não conseguimos trabalhar muito a bola curta e média. O time é muito jovem. Tenho certeza que com a semana para treinar, vai ser melhor. Jogaremos em casa”, disse ele, reconhecendo que a noite alvinegra não foi inspirada. Já pensando no duelo da próxima segunda-feira (1º), contra o Fluminense, na Vila Belmiro, Lisca demonstrou preocupação com a ausência de Eduardo Bauermann, que estará suspenso pelo terceiro cartão amarelo, mas viu no jovem Alex uma boa opção. Principalmente pela entrega do garoto, que jogou os últimos minutos com dores. “Perdemos o Bauermann com o terceiro cartão amarelo, o tornozelo do Alex está grande, mas ele teve muito brio para continuar em campo. Ele ficou com dor no escanteio. Parabenizo o Alex, que não jogava há muito tempo. Essa semana vai servir para estudar bem o Fluminense, que tem uma maneira muito diferente de atuar, sob o comando do Fernando Diniz”, seguiu o treinador, que reconhece a dificuldade financeira do clube, mas não descarta a chegada de reforços. “Tem muito estrangeiro, mas cadê os brasileiros? Têm caras bons na Série B e alguns que estão fora que podem voltar. Temos que cuidar mais disso”, finalizou o técnico do Peixe.