[[legacy_image_62491]] O Palmeiras é bicampeão da Libertadores da América. Com um gol de Breno Lopes aos 53 minutos do segundo tempo, o Alviverde venceu o Santos por 1 a 0 e fez a festa no Maracanã. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! A conquista coroa o time de melhor campanha na competição. Premia também o time mais organizado do futebol brasileiro. Agora, a meta é ganhar o Mundial de Clubes, a partir do mês que vem. Ao Santos, resta o consolo da grande campanha em meio a tantos problemas ao longo do ano. [[legacy_image_62492]] O nervosismo ditou o ritmo do jogo. No princípio, o Santos tentou chegar ao ataque tocando a bola. Recuado, o Palmeiras apostou em lançamentos longos. O primeiro momento de emoção saiu quando Rony recebeu pela esquerda, deixou Pará para trás e cruzou. A defesa do Santos afastou para escanteio. No lance, Marinho dividiu com Luiz Adriano, se machucou e precisou ser atendido fora de campo. As divididas ríspidas e trombadas se sucederam. Muito truncada, a decisão não fluía. Com medo de perder, os times praticamente não arriscavam. Em uma das raras chegadas ao ataque, aos 21 minutos, Soteldo recebeu pela esquerda, ganhou de Marcos Rocha e cruzou. A defesa palmeirense fez o corte. Aos 36, a primeira e única grande chance da etapa inicial. Raphael Veiga recebeu bom passe de Marcos Rocha nas costas de Alison, pela direita, e, dentro da área, chutou cruzado, com perigo. O panorama se manteve no segundo tempo. Muita dividida, muito erro de passe e quase nenhum lance de perigo. Com as equipes concentradas exclusivamente na marcação, as bolas paradas passaram a ser boa opção. Aos 13 minutos, Marinho cruzou e Lucas Veríssimo, à frente de Weverton, por pouco não cabeceou para o gol. Foi o melhor momento do Santos na partida até então. O Palmeiras respondeu com Rapahel Veiga. Em cobrança de falta de longe, mais propícia a um cruzamento, ele surpreendeu e quase encobriu John. [[legacy_image_62493]] Após tanta monotonia, Cuca resolveu arriscar. Ele tirou Sandry e colocou Lucas Braga, no modelo de jogo mais adotado até então na temporada. O Santos acordou. Em dois lances seguidos, Diego Pituca e Felipe Jonatan assustaram Weverton com chutes de longe. O Palmeiras sentiu a evolução do Santos e passou a errar mais. O time paulistano também sentiu mais o desgaste e se segurou na defesa. Com muitas paralisações por causa de contusões e substituições, o árbitro argentino Patricio Loustau deu oito minutos de acréscimo. Mas nem precisava, os times não queriam mais jogar. Porém, ainda deu tempo de Cuca ser expulso por segurar a bola quando Marcos Rocha ia cobrar um lateral. Como que num castigo para o técnico santista, o gol do Palmeiras saiu na sequência. Aos 53, Rony cruzou e Breno Lopes cabeceou sem chance para John. Verdão bicampeão. [[legacy_image_62494]] Palmeiras: Weverton; Marcos Rocha, Luan, Gustavo Gomez e Viña; Danilo, Gabriel Menino (Breno Lopes) e Zé Rafael (Patrick de Paula); Raphael Veiga (Alan Empereur), Luiz Adriano e Rony (Felipe Melo). Técnico: Abel Ferreira. Santos:John; Pará (Bruno Marques), Lucas Veríssimo e Felipe Jonatan (Wellington); Alison, Sandry (Lucas Braga) e Diego Pituca; Marinho, Kaio Jorge (Madson) e Soteldo. Técnico: Cuca. Gol: Breno Lopes, aos 52 minutos do segundo tempo. Cartões amarelos: Lucas Veríssimo, Gustavo Gómez, Viña, Diego Pituca, Marcos Rocha, Soteldo, Alison. Cartão vermelho: Cuca. Árbitro: Patricio Loustau (ARG). Local: Maracanã, no Rio de Janeiro. [[legacy_image_62495]]