[[legacy_image_191666]] O "inferno" prometido pelo Flamengo após a derrota por 2 a 1 para o Atlético-MG, no jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil, foi colocado em prática nesta quarta-feira (13), na rodada de volta. Em uma noite de atmosfera única criada por mais de 68 mil torcedores no Maracanã, o time de Dorival Júnior reverteu a desvantagem ao vencer a equipe mineira por 2 a 0, com dois gols de Arrascaeta, e avançou às quartas de final. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! O brilho da festa foi um pouco apagado por alguns episódios de confusão e violência que antecederam a partida. Torcedores rubro-negros invadiram o estádio pelo setor norte, em meio a empurrões e grades derrubadas. Além disso, o ônibus do Atlético-MG foi apedrejado na chegada e teve um dos vidros atingido, mas nenhum membro da delegação alvinegra ficou ferido. Os times protagonizaram polêmicas nos dias de intervalo entre os dois jogos. Na última segunda-feira, o Flamengo enviou um ofício à CBF reclamando da postura de Hulk no gramado, dizendo que o atacante tem apoio do Atlético para impor "pressão psicológica sobre os árbitros". Antes disso, a diretoria atleticana direcionou ao STJD uma denúncia na qual acusava Gabigol de incentivo à violência por ter dito que, no Maracanã, o time mineiro conheceria "o que é pressão e o que é inferno", após a derrota em Belo Horizonte.