Estabelecimento comercial é suspeita de atrapalhar sossego de moradores (Reprodução) Um morador do Jardim Rio Branco, em São Vicente, que preferiu não se identificar, reclama de som alto e barulhos constantes vindos de um estabelecimento comercial próximo ao imóvel onde mora, o que tem atrapalhado o sossego da vizinhança durante as madrugadas. A Prefeitura afirma que o local está inserido em ações de vigilância noturna (Confira a resposta ao final da matéria Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Em contato com A Tribuna, o morador diz que o problema acontece há cerca de dois anos, e que o barulho chega durar até às 5h. “Eles fazem bailes aqui na calçada e na rua com som alto, tirando o sossego dos moradores que moram aqui perto, que acabam se sentindo indefesos”, relata. Ele alega que a Polícia Militar (PM) já foi acionada em várias ocasiões para averiguar o estabelecimento, e que, quando chegam, dão as devidas orientações. Porém, quando os agentes saem do local, o problema volta novamente. Uma viatura chegou a ser acionada no último fim de semana. “Eles começam na terça e vão até sábado de madrugada. Dependendo do dia e da quantidade de gente que comparece, eles fecham cedo ou só fecham umas 4h ou 5h", comenta. -Som alto comércio São Vicente (1.425194) Posicionamentos Em nota, a Prefeitura de São Vicente disse que teve ciência da demanda por meio da ouvidoria da cidade, e que "tem trabalhado junto às autoridades policiais para coibir isso". A Administração Municipal cita que o estabelecimento está inserido em ações de vigilâncias noturnas que envolvem a Polícia Militar, a Guarda Civil Municipal (GCM) e a Secretaria de Comércio, Indústria e Negócios Portuários, que fiscaliza as condições e documentações do local, além da Secretaria de Meio Ambiente, que apura se a ação infringe a legislação contra perturbação de sossego. A Reportagem entrou em contato com a adega alvo da reclamação, que admitiu os ocorridos, mas afirmou que, atualmente, tocam apenas som ambiente no local, e que o estabelecimento tem sido fiscalizado pela PM e pela Prefeitura. “Depois de muitas reclamações, mudamos nossa forma de trabalhar. Nos dias de semana, não ligamos mais o som, só sexta e sábado. Nenhum vizinho veio reclamar ou pedir para baixar”, disse a proprietária da adega.