[[legacy_image_191972]] Um incêndio de grandes proporções atingiu a unidade da Lojas Marisa no Centro de São Vicente na tarde de quinta-feira (14) e provocou medo e correria pelas ruas. Por causa do risco de explosão, muitas lojistas tiveram que deixar os seus estabelecimentos às pressas. (veja no vídeo mais abaixo) Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Larissa Barros trabalha como divulgadora de uma ótica que fica próxima a uma das entradas da Marisa. Do nono andar de um edifício, ela registrou do celular o fogo se espalhando rapidamente pela parte superior da loja de roupas. “A fumaça estava muito forte. Um dos bombeiros pediu para a gente fechar as portas por conta do risco de explosão. Muita gente saiu correndo e estava apreensiva com a situação”. A vendedora Jéssica Scapim estava no horário de almoço com a irmã Aline, que decidiu entrar na Marisa para ver uma blusa. Minutos depois, ela se surpreendeu com a gritaria e a correria dos clientes que estavam no local. “Minha irmã veio para fora quando percebeu que havia algo de errado. Em um primeiro momento, achava que era um assalto, mas as meninas de lá saíram gritando ‘fogo, fogo’. Foi uma loucura. Teve gente que saiu chorando”. A atendente de cafeteria Fabiana Montalvão trabalha em uma loja de calçados na Rua João Ramalho e ficou surpresa ao ver com as funcionárias da Marisa saindo correndo. “Ficamos muito preocupados, principalmente com a possibilidade de o incêndio atingir o nosso comércio. Foi um momento de grande tensão para quem estava ali perto”. A vendedora Roberta Santos conta que, por volta das 13h40, viu uma fumaça preta, quando retornava do almoço. “Escutei uma gritaria e vi as pessoas desesperadas falando para sair das lojas”. [[legacy_image_191973]] Incidente provocou queda de telhado e do segundo piso da lojaO incêndio derrubou o telhado e uma estrutura no segundo andar da loja. “Por conta de os estabelecimentos serem geminados (dividirem a mesma parede), haverá um estudo dos impactos nos comércios vizinhos antes da liberação”, afirma o capitão da Corporação, Rodrigo Carvalho Eulálio. O fogo foi controlado três horas depois pelo Corpo de Bombeiros. As chamas começaram por volta das 13h30. Quatro famílias que moram em imóveis vizinhos terão que deixar suas casas por medida de segurança. Apesar do grande susto, não houve vítimas, segundo o capitão Eulálio. “Ainda estamos fazendo um levantamento junto à loja para saber onde estão os funcionários, mas, não foi relatado a falta de ninguém”, explica.