Serviços para o VLT prosseguem e estão próximo da conclusão. Em nota, a EMTU informou que mais de 90% dos trabalhos já foram feitos (Vanessa Rodrigues/AT) A uma semana de completar quatro anos de duração, as obras do segundo trecho do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), em Santos, tiveram novo adiamento. Os testes que seriam feitos nesta segunda-feira (16) foram adiados por causa da chuva. Outra data será definida, diz a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), do Governo Estadual. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Os veículos serão carregados com materiais que reproduzem o peso dos passageiros. Os testes incluem a organização de pontos de inspeção perto dos trilhos para verificar o impacto da operação e experimentos de passagem dos trens pelas vias, monitorando a medição de ruídos e vibração. As obras do VLT prosseguem e estão próximo da conclusão. Em nota, a EMTU informou que mais de 90% dos trabalhos já foram feitos. O restante dos serviços será executado simultaneamente aos testes de validação do Veículo Leve. A empresa relata que estão sendo finalizados pavimentação, ajustes da rede aérea (fios de eletricidade), instalação de trilhos, reparos, acabamentos, colocação de pisos e vidros nas estações e atividades complementares. Parte das estações recebeu identidade visual, mapas indicativos da linha e dos arredores, placas de sinalização interna e itens de mobiliário. Apesar do estágio avançado das obras, ainda há interdições previstas. Conforme publicado ontem no Diário Oficial do Município, o trecho da Rua Bittencourt entre a Rua Doutor Cochrane e a Avenida Conselheiro Nébias deve ficar interditado de hoje de manhã ao início da noite de 12 de outubro. As rotas alternativas indicadas são Praça Iguatemi Martins, Avenida Campos Sales (faixa da esquerda) e Rua Silva Jardim. Aniversário As obras da segunda fase do VLT completam, no fim do mês, quatro anos. Em 25 de setembro de 2020, A Tribuna publicou que a Licença Ambiental de Instalação (LI), concedida pela Companhia Ambiental do Estado (Cetesb) havia sido publicada. Era o documento que faltava para a EMTU permitir o início dos trabalhos. A mesma reportagem noticiou a vinda do então governador João Doria (na época, filiado ao PSDB) a Santos. Na ocasião, ele pediu à construtora responsável pelas obras que o prazo de conclusão, fixado em 30 meses, fosse reduzido para dois anos. O pedido não foi atendido e está chegando ao dobro desse prazo — dois anos além do prazo solicitado pelo então chefe do Executivo.