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Terça-feira

14 de Julho de 2020

Rogério Santos deixa Secretaria de Governo para ser candidato a prefeito

Agora ex-secretário de Governo de Santos entregou o cargo e é apontado como indicação de Paulo Alexandre Barbosa à prefeitura

Em meio à indefinição quanto à eleição municipal deste ano - já que não está descartado o adiamento do calendário -, começa a ganhar corpo a corrida eleitoral para a sucessão no Palácio José Bonifácio, sede do Executivo santista. Apontados nos bastidores como o pré-candidado sob a tutela de Paulo Alexandre Barbosa (PSDB), o então secretário municipal de Governo, Rogério Santos, entregou o cargo. 

O anúncio ocorreu por meio das redes sociais, em um vídeo postado na noite desta sexta-feira (29), gravado no gabinete que ocupava até então. Data na qual o político afirmou ser o último dia de expediente oficial, após “sete anos e meio de grande aprendizado”, sendo o terceiro político na hierarquia da máquina pública santista – atrás, somente, do prefeito e do vice, Sandoval Soares.

A exoneração do político deve no Diário Oficial (DO) de Santos na edição de segunda-feira (1º), já que não houve publicação neste sábado (30). “(Nesse período à frente da pasta) conheci grandes técnicos da prefeitura, trabalhando junto com tantas pessoas competentes que trouxeram soluções para a Cidade”, afirma o político, ao citar algumas das obras que ele apontou como transformadoras ao município.  

O pedido de exoneração foi antecipado em pouco mais de cinco dias do prazo legal, estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para que Santos apto para concorrer ao cargo eletivo. Conforme as regras, ocupantes de secretarias municipais que almejam concorrer a prefeito ou de vice devem deixar os cargos quatro meses antes da votação – portanto, tendo até 4 de junho para deixar o posto. 

Esse prazo é dois meses a mais que os ocupantes de pastas municipais com pretensões eleitorais para o cargo de vereador. O grupo teve que entregar pedido de exoneração antes de 4 de abril. Um levantamento feito por ATribuna.com.br indicou que, ao menos, 25 ocupantes do primeiro escalão dos cinco mais populosos municípios da Baixada Santista deixaram o posto até a data limite. 

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