[[legacy_image_29065]] Procurando saber mais sobre suas origens, Daniel Alfonso Brogini, de 42 anos, busca pela sua família biológica. Nascido na Santa Casa de Santos, ele conta que foi adotado logo após o nascimento, em 13 de setembro de 1978, por uma família de São Paulo, onde vive até hoje. Os pais adotivos nunca esconderam de Daniel o fato dele ter sido adotado, e ele afirma que agora sentiu necessidade de se reconectar às suas raízes na Baixada Santista. Clique aqui e assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90. Ganhe, na hora, acesso completo ao nosso Portal, dois meses de Globoplay grátis e, também, dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Pelas redes sociais, uma amiga de Daniel fez uma publicação buscando encontrar pessoas que possam saber o paradeiro da mãe biológica dele. Além de usar a internet para fazer a busca, o rapaz também fez contato com pessoas do hospital em que nasceu. “Da minha história eu sei pouco, mas solicitei alguns dados para a Santa Casa. Conversei com a chefe do arquivo geral, e parece que no dia do meu nascimento 13 mães tiveram filhos meninos, então a possibilidade de uma delas ser a minha mãe é bem próxima”, conta. Ainda sem grandes detalhes, e pesquisando com afinco, Daniel diz que, apesar de saber que foi adotado, os pais sempre esconderam a história dele. “Meus pais adotivos sempre esconderam a minha história verdadeira, falando que minha mãe biológica tinha falecido no parto, que eu nasci de parteira, e que meu pai havia falecido. Sempre havia uma forma de me desmotivar a procurar”, explica. Com a pandemia, veio a introspecção, e com isso, o desejo de buscar saber mais sobre si. “Nessa fase de pandemia, com a terapia que eu faço, eu vi o quanto é importante eu saber da minha história, minhas origens, e voltei a me questionar. Minha madrinha tinha feito um pacto com a minha mãe para não me contar, mas ao ver o quanto isso era importante para mim, ela revelou que eu tinha nascido na Santa Casa de Santos e lembrou do nome do Doutor Fabrício, que poderia estar envolvido”. Família Daniel conta que está recebendo o apoio de suas irmãs mais velhas. “As minhas irmãs estão me ajudando muito, elas sabem o quanto isso é importante para mim. Minha mãe adotiva faleceu, meu pai está com 84 anos, então estamos poupando ele de saber da minha busca”, explica. Agora, a família pensa em entrar na Justiça com um pedido de informações formal para que a busca pela família biológica de Daniel tenha um desfecho.