O caso aconteceu em um condomínio na Ponta da Praia, em Santos (Reprodução) O código de entrega em um pedido por aplicativo virou motivo de uma confusão entre a moradora de um condomínio e um motoboy. Imagens da discussão entre os dois circularam na internet. O caso aconteceu em um prédio na Ponta da Praia, em Santos, litoral de São Paulo. (Veja vídeo mais abaixo) Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! O vídeo foi postado no dia 19, uma quarta-feira, mesmo dia em que a briga aconteceu. Os dois alegam que foram agredidos. Nas imagens gravadas pelo motoboy, a mulher aparece filmando o profissional com um telefone e em ligação com um homem em outro. Ela começa a se queixar sobre o pedido dela ter sido entregue sem que fornecesse o código de entrega. Em determinado momento, a moradora se revolta com a pessoa na ligação. “Não existe isso. Nem queira saber quem é meu esposo. Que eu vou acabar com você e com o menino (o motoboy) aqui que está com essa cara”. Na frente do motoboy, ela continua conversando sobre o ocorrido. “Ou foi alguém aqui do meu condomínio que passou o código sem eu autorizar ou ele está mentindo. Como é que eu faço?” -Discussão Ponta da Praia (1.455982) Chamando o motoqueiro de ‘moleque’, a mulher pede o dinheiro de volta para a pessoa que está na ligação. Ao notar que está sendo gravada, ela tenta impedir e o profissional questiona. “Vai me agredir? Eu tô trabalhando”, diz o motoboy. Enquanto a pessoa na ligação tenta apaziguar o conflito, a moradora nega a conciliação e pede para que o dinheiro seja devolvido. “Eu não quero (o pedido), porque eu não passei o código. Ele quer só deixar aqui e ir embora. Não autorizei meu código. Meu cartão está on-line, cadastrado. O menino é moleque. Como que a gente faz?” Em seguida, a mulher alega que o marido é promotor de Justiça e pega o celular do motoboy, quando começa a alterar os ânimos da discussão. O entregador, então, pega o aparelho, corre e a mulher, aos berros, arremessa o capacete que estava ao lado do pedido na rua. Conforme apurado por A Tribuna, não houve representação criminal do caso por nenhuma das duas partes até o momento. Procurada, a plataforma de entrega não se manifestou sobre o caso até a publicação desta matéria.