[[legacy_image_18038]] O secretário nacional de Saneamento, Pedro Maranhão, deu sinal verde para que a Prefeitura de Santos mantenha os contratos para as obras de drenagem na entrada da Cidade, que corriam o risco de cancelamento. O aval foi dado após reunião com a deputada federal Rosana Valle (PSB). Clique e Assine A Tribuna por R\$ 1,90 e ganhe acesso ao Portal, GloboPlay grátis e descontos em lojas, restaurantes e serviços! A Prefeitura de Santos deve apresentar, nas próximas 48 horas, documentação que atenda às exigências que o FGTS faz à Caixa Econômica Federal (CEF) para realizar o empréstimo. A Secretaria Nacional de Saneamento autorizou que Santos emita nota fiscal e promova o pagamento da primeira parcela dos serviços que já foram feitos, referentes às entradas elétricas de uma das primeiras estações elevatórias do projeto, na Rua Dr. Haroldo de Camargo. [[legacy_image_18039]] Este primeiro pagamento tem que ser realizado até o dia 20 de dezembro deste ano, sob pena de os contratos - que preveem 4 elevatórias e 5 comportas - no valor de R\$ 81 milhões, sejam cancelados, segundo informaram os técnicos da secretaria. “Com o pagamento desta primeira parcela ainda este ano, evitamos a perda de um contrato de R\$ 81 milhões, que beneficiará bairros da Zona Noroeste, a entrada de Santos e o acesso ao maior Porto da América do Sul. As obras vão refletir até no combate às enchentes em São Vicente, tema que será objeto da minha próxima reunião com a Secretaria Nacional de Saneamento”, disse a deputada Rosana Valle. As condições de desembolso exigidas pelo FGTS à CEF são rígidas, e o não pagamento da primeira parcela dentro do prazo foi chamado, pelos técnicos da pasta, de “condição fatal”, que implica no cancelamento dos contratos. O secretário de Gestão, Flávio Jordão, alertado a respeito, determinou total mobilização para o envio dos documentos exigidos.