Filhos do cantor Vavá são diagnosticados com sarna humana depois de surto da doença em escola que estudam (Reprodução/TV Tribuna e Patrícia Cruz/AT) Os filhos do cantor santista, Vavá, foram diagnosticados com sarna humana, após um “surto” na escola em que estudam, em Santos. A Unidade Municipal Escolar (UME) Emília Maria Reis, que fica na Vila Belmiro, teve 13 casos confirmados da doença na última semana. O filho caçula, de 9 anos, se contaminou primeiro com a doença. Ele teria chegado da escola com manchas pelo corpo. A criança foi levada por Vavá e sua esposa ao hospital, onde teve o diagnóstico de sarna confirmado. Alguns dias depois, a filha mais velha, de 10 anos, também foi diagnosticada com a doença ao apresentar os mesmos sintomas. Por conta disso, o cantor está evitando contato físico com seus filhos e sempre desinfectando a casa. Surto na escola A Unidade Municipal Escolar (UME) Emília Maria Reis, na Vila Belmiro, em Santos, teve 13 casos confirmados de escabiose, conhecida também como “sarna humana”. Doze alunos e uma funcionária da escola foram afastados após serem diagnosticados com a doença. Segundo a Prefeitura de Santos, as pessoas que estão doentes só poderão retornar às aulas após a cura da doença. Isso será feito para interromper a transmissão do ácaro parasita, que ocorre por meio de contato físico. Mesmo com os casos de sarna humana, segundo a Administração, as aulas na unidade seguem normalmente. Ainda de acordo com a Prefeitura, a escola tem 458 estudantes, sendo que 12 estão contaminados. As aulas seguem com o aval do Departamento de Vigilância em Saúde (Devig), que "garante as condições necessárias para a proteção da saúde e bem-estar de todos". Além da Secretária da Saúde, a Secretaria de Educação (Seduc), a Supervisão de Ensino e o Programa Saúde na Escola também acompanham atentamente a situação na escola. O afastamento dos alunos e de uma funcionária faz parte das medidas preventivas orientadas após a vistoria da Seção de Vigilância Sanitária (Sevisa) na unidade, no dia 20 de junho, quando eles descartaram qualquer indício de descumprimento de medidas sanitárias. Todos os casos foram encaminhados para as policlínicas mais próximas das moradias dos alunos e da funcionária, para o devido tratamento médico. A Seduc ressaltou que a direção da unidade já providenciou o reforço da higienização dos espaços da escola e a orientação para que todos façam a higienização das mãos com álcool em gel disponibilizado. Além disso, foi recomendada a lavagem das mãos constantemente com água e sabão. Os responsáveis pelos alunos também foram orientados sobre as medidas de higiene, que devem ser adotadas na escola e em casa. Tanto a Seduc como o Devig seguem monitorando os casos suspeitos e novas confirmações da doença, a fim de adotar outras medidas, caso seja necessário.