[[legacy_image_358837]] A viação Piracicabana, empresa responsável pelo transporte coletivo em Santos, processou a prefeitura do município, o governo de São Paulo, o Santos Futebol Clube e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) pelos seis ônibus incendiados por torcedores após o rebaixamento do time para a Série B do Campeonato Brasileiro, em dezembro do ano passado. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! No processo, distribuído pela 3ª Vara da Fazenda Pública de Santos, a empresa pede a reparação dos danos materiais aos governos, ao clube e à confederação. O valor da causa é de R\$ 500 mil. A Piracicabana alegou ter atendido a um pedido da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) da cidade ao manter todas as linhas que atendem o Estádio Urbano Caldeira, e incluir uma linha extra, específica para o jogo. A empresa alegou que a CBF é responsável por organizar o Campeonato Brasileiro que deu origem à partida, assim como o Santos FC é o proprietário do estádio que sediou o jogo. Além disso, citou a Prefeitura de Santos e o Estado de São Paulo como os principais responsáveis por garantir a segurança pública local, como o patrimônio e ordem pública. Em nota, o Santos Futebol Clube informou que apresentará defesa no momento oportuno, mas já afirma que não tem qualquer responsabilidade nos eventos acima mencionados. O Governo do Estado de São Paulo afirmou que a PM realiza reuniões preparatórias para atuação em eventos para manter a ordem não só nos estádios, mas também em terminais de ônibus, estações de metrô e áreas propensas a confrontos entre torcidas. Na data mencionada, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) ressaltou que foi necessária uma ação de Controle de Distúrbios Civis. Na ocasião, 11 policiais militares ficaram feridos, três cavalos da cavalaria do 2º BAEP lesionados e três viaturas foram danificadas. A Prefeitura de Santos declarou que não foi citada até o momento.