Trabalho das equipes da Secretaria de Saúde Pública foi intensificado em diversos bairros da cidade (Fred Casagrande/Prefeitura de Praia Grande) Praia Grande está intensificando as ações de prevenção e combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika vírus e chikungunya. Equipes da Secretaria de Saúde Pública (Sesap) estão desenvolvendo inúmeras atividades nas ruas e residências, além de atividades educativas nas escolas, unidades de saúde e terminais de ônibus ao longo deste mês. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! De acordo com a Prefeitura, a intensificação é recorrente e ocorre após a avaliação de densidade larvária (ADL), um trabalho realizado quatro vezes por ano que permite fazer um mapeamento dos focos da dengue, auxiliando na definição e direcionamento das ações de prevenção e combate ao mosquito. Esse estudo identifica os bairros que merecem maior atenção dos agentes de combate às endemias, que estão fazendo uma varredura para eliminar os criadouros e orientar a população sobre a sua importante contribuição para evitar a proliferação do mosquito transmissor. Os bairros que receberam a intensificação são os que apresentaram maior positividade para larvas do mosquito no ADL: Caiçara, Samambaia, Sítio do Campo e Antártica. As ações consistem desde as visitas casa a casa dos agentes, como também as atividades educativas do setor de Informação, Educação e Comunicação (IEC), que estão intensificadas nesses bairros. A diretora da Divisão de Saúde Ambiental de Praia Grande, Maria Fernanda Gonçalves, o objetivo é interromper o ciclo de reprodução da dengue no ovo e na larva. “Com a intensificação pós-ADL a gente consegue dar uma atenção aos bairros em que o índice deu mais alto e combater a criação de mosquitos adultos. Então, onde tem mais larva a gente procura eliminar para que não tenha um aumento de casos”. Outro local que está recebendo maior atenção dos agentes de combate às endemias neste período são os pontos estratégicos, casos de cemitério, desmanche de veículos, borracharias e locais de reciclagem de materiais. Mesmo os pontos de baixo risco existentes nos quatro bairros elencados receberão ação específica, com aspersão de veneno, além do trabalho com o larvicida que já é feito comumente. As armadilhas ovitrampas, criadas para capturar o mosquito Aedes aegypti, também continuam sendo usadas na luta contra o mosquito transmissor. Instaladas em lugares de maior risco, as armadilhas seguem sob monitoramento e servem para indicar os tipos de mosquitos que estão sobrevoando por aquele local, ampliando as possibilidades de vigilância e ação dos técnicos da Sesap. Ao longo do mês, o setor de Informação, Educação e Comunicação (IEC), da Divisão de Saúde Ambiental da Sesap, tem feito ações educativas em diversas localidades, interligada com a intensificação pós-ADL efetuada pelos agentes de combate às endemias.