Água na cor marrom revoltou moradores em Itanhaém, Litoral de São Paulo (Reprodução) A cor da água que saiu da torneira de uma casa no bairro Chácara Cibratel 1, em Itanhaém, Litoral de São Paulo, causou preocupação aos moradores. De acordo com relatos, a água estava com aspecto de barro.(Veja no vídeo mais abaixo) Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Rute Gonçalves Menezes de Castro Silva, de 43 anos, é dona de casa e moradora do bairro há mais de 40 anos. Ela contou para A Tribuna que foi a primeira vez, neste ano, que a água ficou de uma cor tão escura. “Não tem nem como usar a água desse jeito, me atrapalhou.”, contou A dona de casa relatou para A Tribuna que acordou pensando em lavar a roupa, quando se deparou com a água imunda, e com cheiro de barro. O vídeo, gravado pelo marido, mostra que a água estava com um tom marrom. -Vídeo mostra água com cor marrom no Litoral de SP (1.420634) Posicionamento A Tribuna entrou em contato com a Sabesp, que informou que "A Sabesp realizou vistoria na rede de distribuição até o cavalete da ligação de água do imóvel, na presença do morador do endereço informado, e confirmou que o abastecimento acontece de forma adequada. A situação não havia sido registrada nos canais de atendimento oficiais da Empresa. Para solicitar vistoria diante de qualquer ocorrência, basta entrar em contato com a Sabesp, durante 24 horas, apresentando o endereço completo no telefone 0800 055 0195 (ligação gratuita), pelo WhatsApp oficial 11-3388-8000 (mensagem de texto) ou na Agência Virtual (agenciavirtual.sabesp.com.br). A água fornecida na região está dentro dos padrões de potabilidade previstos pelo Ministério da Saúde (Portaria GM/MS nº 888/2021). Para analisar situações pontuais, é necessário o endereço completo. A Companhia mantém de forma contínua e sistemática o monitoramento de todas as etapas do abastecimento da Baixada Santista, desde o manancial, passando pelas estações de tratamento, redes de distribuição, até o cavalete na entrada dos imóveis (sendo os dados encaminhados ao Siságua, sistema do Ministério da Saúde)."