[[legacy_image_173237]] A Câmara de Guarujá rejeitou um pedido de abertura de processo de impeachment (para cassação de mandato) contra a prefeita em exercício do Município, Adriana Machado (PSD), na tarde desta terça-feira (3). Ela está no comando do Executivo após o prefeito Válter Suman (PSDB), investigado por desvio de recursos públicos, ser afastado pela Justiça. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! A denúncia contra Adriana foi lida pelo 1º Secretário da Casa, vereador Raphael Vitiello (PSD), durante a 13ª Sessão Ordinária. O documento cita as investigações da Polícia Federal (PF) sobre crimes de corrupção que teriam ocorrido em Guarujá. Apenas cinco dos 17 vereadores se posicionaram de forma favorável ao documento. Com a rejeição de ampla maioria, a denúncia foi arquivada. Prefeito afastadoO arquivamento da denúncia aconteceu no mesmo dia que Válter Suman colocou tornozeleira eletrônica, cumprindo determinação judicial. Ele é investigado por supostamente liderar uma organização criminosa que atuava no desvio de recursos federais nas áreas da Saúde e Educação. No inquérito, a PF pediu a prisão de Suman, mas a mesma foi negada pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), que determinou a adoção de medidas cautelares e o afastamento do cargo. Há uma Comissão Processante aberta na Câmara dos Vereadores para analisar a possível cassação de Válter Suman. Ela é presidida pelo vereador Fernando Martins dos Santos, o Peitola (MDB), e tem como relator Carlos Eduardo Vargas da Silva (PTB).