Meirelles projeta crescimento de 5% na economia do Estado em 2021

O secretário do Estado da Fazenda diz que a previsão está atrelada à vacinação contra a Covid-19 e ao plano Retomada 21-22

Por: Matheus Müller  -  09/01/21  -  06:25
  Foto: Divulgação/Governo de São Paulo

O Governo do Estado prevê fechar 2020 com uma queda de 0,6% na economia, mas projeta um crescimento de 5% ao final deste ano. As expectativas foram apresentadas na manhã desta quarta-feira (6) pelo secretário do Estado da Fazenda, Henrique Meirelles, durante seminário com os 404 novos prefeitos e 231 reeleitos.


Clique e Assine A Tribuna por apenas R$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços!


De acordo com o titular da pasta, os índices fazem parte de um estudo formulado por um grupo de economistas para o Banco Central do Brasil. Durante a explicação, Meirelles a todo momento comparou a situação econômica de São Paulo com as previsões para o País, que em 2020 deve ter uma queda de 4,4% e, neste ano, um crescimento de 3,4%.


Para que as metas sejam atingidas, o secretário ressalta que o programa de vacinação deverá ser cumprido e o plano Retomada 21-22 seja reaquecido. Este último teve já algumas etapas iniciadas antes da pandemia, com visitas do governador João Doria (PSDB) a empresas no exterior e abertura de escritórios em Xangai (China) e Dubai (Emirados Árabes Unidos).


Meirelles ressalta, inclusive, que o escritório do governo em Xangai foi fundamental para as negociações da vacina Sinovac. A previsão é abrir uma nova sala, agora em Munique (Alemanha).
A expectativa de Meirelles é que o Governo do Estado consiga atrair US$ 6 bilhões em investimentos (R$ 35 bilhões) com o plano de Retomada 21-22, que tem seis eixos de atuação.


Ele desmembra os eixos: Infraestrutura (captar investimentos), Dinamismo setorial (Agrosserviços, indústria, mercado imobiliário, turismo e negócios e ciência & tecnologia), Ambiente de negócios (simplificação tributárias e desburocratização), Desenvolvimento sustentável (despoluição do Rio Pinheiros e Tiete e preservação de florestas), Redução das desigualdades (geração de empregos) e Internacionalização (integração na economia do mundo).


Logo A Tribuna