[[legacy_image_185213]] Após dois anos realizado de forma on-line devido à pandemia da covid-19, a Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo retorna para a forma presencial neste domingo (19), a partir das 12 horas, na Avenida Paulista. O evento promove a sua 26ª edição e atrai milhares de pessoas para celebrar a data. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Segundo a Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, o público estimado para a festa é de 3,5 milhões de pessoas, sendo um dos maiores números já calculados na história do evento. Baixada Santista em pesoA vicentina Jaqueline Oliveira, de 27 anos, é organizadora de uma excursão que sai de Santos até a capital paulista para o evento. Junto com a esposa, ela fará a primeira locação de transporte e soma 48 passageiros confirmados. Em conversa com A Tribuna, ela revela estar 'explodindo de felicidade' pelo retorno da Parada LGBT+. "Estou há três dias sem dormir direito. O pessoal da minha excursão está muito animado. Depois de dois anos, iremos rever todo mundo e curtir a data entre amigos, por uma causa maior". Jaqueline conta que a presença dos artistas confirmados tem gerado uma expectativa muito grande e tem tudo para tornar a edição deste ano uma das maiores da história. Luísa Sonza e Pabllo Vittar são duas dos vários artistas que animarão a plateia. Efeitos na economia Em nota, a Prefeitura de São Paulo informou que 80% dos participantes do evento fazem o chamado “bate e volta”: vão para a Parada, mas não se hospedam. Apesar disso, o evento gera impacto principalmente na ocupação dos hotéis na região da Av. Paulista e Centro, além dos hostels. A expectativa é de que a Parada supere o lucro da última edição presencial, em 2019, que gerou R\$ 400 milhões para a economia paulista. O total refere-se o setor de hotelaria, restaurantes e comércios locais. Ainda segundo o órgão, por ser um evento livre – ou seja, sem grandes montagens, isolamento, palcos e cobranças de ingressos – o impacto na geração de empregos é limitado. Porém, há um reforço no comércio e nos serviços em geral dos restaurantes aos ambulantes e da hotelaria ao comércio tradicional, como na 25 de Março e Shoppings.