[[legacy_image_211808]] Reeleição Faço eco às palavras do sr. Orlando Machado. A reeleição para cargos majoritários traz desequilíbrio entre os postulantes, faz com que o postulante à reeleição deixe de trabalhar e passe a só se importar com sua candidatura. Já nos cargos proporcionais, minha tese é de que só poderia ser possível uma reeleição, reduzindo de quatro para três anos de mandato, ou seja, no máximo seis anos de mandato, inclusive para senador, permitindo uma maior renovação parlamentar. Com esse sistema, criaria-se uma espécie de quarentena de três anos. Ao meu ver, período razoável para o candidato voltar às suas origens e realidades, sem contar que não esqueceríamos dos maus e bons políticos. Já para os cargos majoritários, penso que seis anos seriam suficientes para uma boa gestão, sem reeleição da chapa. Um ponto que me incomoda é aquele candidato eleito para cargo proporcional que abandona sua legislatura para se candidatar a cargos majoritários. É óbvio que outras questões, especialmente a farra com o nosso dinheiro, precisariam ser corajosamente debatidas. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Eleições 1 Nos debates televisados, os principais candidatos ao Governo do Estado mostraram para o povo eleitor quase tudo que um governador não deve fazer. Desde o começo do debate, a principal vítima geralmente é quem está na dianteira nas pesquisas. Políticos que estão ou estiveram no poder e nada fizeram repetem constantemente que se forem eleitos farão tudo aquilo que não fizeram quando estavam governando. O pior de tudo isto é que o eleitor, por dizer que odeia política, nada faz para se inteirar do que seu representante deveria fazer. Eles (políticos) dizem que farão isso e aquilo, que sabem que não poderão fazer por ter que passar pelo Legislativo. Daí o povo fica sem alternativa, porque o seu candidato do Legislativo simplesmente desaparece, só reaparecendo daqui quatro anos. É por esse motivo que os eleitores geralmente esquecem em quem votaram para vereador, deputado estadual, deputado federal e senador. Josemilton de S. e Silva - Vicente de Carvalho Eleições 2 Quem ganhou o debate? Quem perdeu? Apontar um vencedor entre tanta mediocridade é tarefa para super-homem. Já quem perdeu é tarefa das mais fáceis, sem dúvida foi o telespectador, que podia estar vendo um bom filme, mas preferiu ficar assistindo algo parecido com uma discussão de futebol, em que todos gritam e ninguém tem razão. No debate, teve de tudo, menos debates de ideias. Até um esperto “padre de festa junina” compareceu e não foi para abençoar ninguém, mas sim para tumultuar o ambiente. Assuntos requentados como mensalão, petrolão, rachadinhas , vacinas e muitos outros foram explorados, como se fossem novidades. Quando o tema foi Orçamento Secreto, o presidente não perdeu tempo: “não é problema meu, isso é com o Congresso”. Quem salvou parte do debate foram as duas senadoras, Simone Tebet e Soraya, que tentaram apresentar seus programas de governo e defender suas ideias. Temas como reeleição, número exagerado de partidos Saúde, Educação, Segurança etc. ficaram para segundo plano. Se teve algum vencedor deve ser o “padre”, que pode beliscar um cargo no governo ou passar a atuar como escada para algum humorista famoso. Orlando Machado - Santos Eleições 3 Surgiram em 2018 as nefastas fake news, que apesar de se constituírem em crime eleitoral se transformaram na única forma de campanha do bolsonarismo. Quatro anos depois, nem o TSE nem a Justiça conseguiram extirpar esse mal da nossa vida. As redes sociais se consolidaram como veículos de desinformação e mentiras. É uma vergonha, um acinte que alguém possa usar como estratégia de campanha a divulgação em massa de mentiras contra adversários e sobre sua própria gestão e pessoa. Votar é ato democrático, porém, concordar em eleger um mentiroso contumaz é ato de insanidade mental. Se mente para se eleger, o que fará na gestão? Rafael Moia Filho - Bauru Zona Azul em Santos Na reportagem de ontem “Mais uma rua da Cidade terá Zona Azul”, eu penso que deveria haver uma ‘correção’: onde se lê que “a Zona Azul visa garantir a rotatividade nas vagas”, deveria estar escrito que “a Zona Azul visa garantir uma maior arrecadação sobre as vagas”. Pedro dos Santos Neto - Santos