Pela terceira semana, Cubatão sinaliza desaceleração de pandemia

Com 83 casos em sete dias, novos casos representam um aumento de 1,28%, o menor pela terceira semana consecutiva

Pela terceira semana consecutiva, Cubatão volta a indicar desaceleração da pandemia de Covid-19: foram 83 novas notificações entre 11 e 17 de setembro, um crescimento de 1,28%. É o que aponta o levantamento semanal feito pelo Serviço de Vigilância Epidemiológica da cidade. O órgão indica que, tanto em números absolutos quanto em percentual, essa é a maior desaceleração da pandemia verificada no município. 

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No total, a cidade contabiliza 6.562 casos de Covid-19. Ainda que os números dos últimos 15 dias possam sofrer alterações com o processamento de novos dados (há 945 exames no aguardo de  resultado), a cidade vem registrando desaceleração semana a semana.  

Entre 4 e 10 de setembro, foram 163 novos casos, um acréscimo de 2,58% (total de 6.479 casos). Entre 27 de agosto e 3 de setembro, foram 206 novos casos, representando 3,37% de aumento. Entre 20 a 26 de agosto, a variação foi de 5,80% (335 casos). Os números referem-se à data de publicação de cada levantamento e podem estar sujeitos a mudanças. 

Já entre 13 e 19 de agosto, o crescimento foi de 4,71% (260 casos), enquanto nas semanas anteriores a diferença ficou em 7,27% entre 7 e 13 de agosto (374 casos) e de 7,52% entre 31 de julho a 6 de agosto (360 novos casos). 

A variação esteve bem mais alta. Segundo os registros, o crescimento de casos positivos foi de 11,26% entre 24 e 30 de julho, 9,81% entre 17 e 23 de julho e de 18,82% entre 10 e 16 de julho. 

Letalidade

A letalidade segue em queda. Os 180 óbitos representam 2,74% do número total de casos. Na semana passada, o índice estava em 2,75% e 2,80% e 2,85% nas semanas anteriores. A letalidade de Cubatão mantém-se abaixo do índice nacional (3%) e do Estado de São Paulo (3,66%). A redução da taxa de letalidade é consequência da política adotada por Cubatão de ampliação da testagem com o objetivo de identificar o maior número possível de pessoas infectadas pelo coronavírus na cidade. 

Bairros  

A divisão de casos entre os bairros também mantém o padrão verificado desde o início dos levantamentos semanais, com a Vila Nova com o maior número de casos e óbitos: 845 casos confirmados, entre os quais 23 óbitos. 

Na faixa dos 500 casos estão Jardim Casqueiro (566 casos, 15 óbitos), Vila Natal (550 casos, 14 óbitos), e Vila Esperança (518 casos, 14 óbitos). Jardim Nova República vem a seguir com 413 casos (12 óbitos). 

Na casa de três centenas de casos encontram-se e Vila dos Pescadores (387 casos, 13 óbitos), Parque São Luís (326 casos, 10 óbitos) e Vila São José (316 casos, 13 óbitos). 

Entre 200 e 299 casos estão núcleos como Fabril (281 casos, 4 óbitos), Jardim Costa e Silva (267 casos, 8 óbitos), Ilha Caraguatá (230 casos, 6 óbitos) e Jardim Real (216 casos, 6 óbitos). 

Na casa da centena de casas, estão Parque Fernando Jorge (194 casos, 2 óbitos), Vale Verde (163 casos, 1 óbito), Jardim 31 de Março (141 casos, 5 óbitos), Jardim São Francisco (137 casos, 5 óbitos), Vila Paulista (109 casos, 3 óbitos) e Cota 200 (100 casos, 2 óbitos). 

Entre 50 e 99 casos, figuram Ponte Nova (95 casos, 3 óbitos), Água Fria (64 casos, 4 óbitos), Costa Muniz (62 casos, 1 óbito), Centro (56 casos), Vila Couto (54 casos, 1 óbito) e Vila São Benedito (52 casos, 6 óbitos). 

Entre 11 e 50 casos: Pinhal do Miranda (49 casos, 2 óbitos), Vila Santa Rosa (48 casos, 1 óbito), Vila Elizabeth (39 casos), Conjunto Afonso Schmidt (33 casos), Rodovia Padre Manoel da Nóbrega (23 casos, 3 óbitos), Sítio Novo (23 casos, 1 óbito), Pilões (22 casos, 1 óbito), Vila Noel (21 casos, 1 óbito), Área Industrial (20 casos), Mantiqueira (19 casos), Cota 95 (13 casos) e Conjunto Rubens Lara (12 casos). 

Os números seguem com Ilha Bela (10 casos), Jardim Anchieta (10 casos), Morro do Índio (6 casos), Vila Pelicas (4 casos), Conjunto Mario Covas (3 casos), Jardim São Marcos (3 casos), Morro do Pica Pau (2 casos) e Sítio Cafezal (2 casos). E, com 1 caso, Piaçaguera, e Vila CAIC. Do total, 56 casos não têm especificação de bairro. Devido à revisão contínua do banco de dados, é possível ocorrer variações ou alterações da localização de casos. 

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