Formatura de mais 3 de mil policiais civis e médicos-legistas se deu na quinta, no Palácio dos Bandeirantes () Com a formatura de mais 3 mil policiais civis e médicos-legistas em São Paulo, nesta sexta-feira (27), a Baixada Santista, recebe, a partir de agora, 279 escrivães e investigadores. O efetivo do Instituto Médico Legal (IML) no Litoral também foi reforçado, com 18 profissionais. Segundo a Secretária Estadual de Segurança Pública (SSP), o novo contingente reduz o déficit da instituição em 10% no Estado. A cerimônia transcorreu na quinta-feira, no Palácio dos Bandeirantes, sede do Governo Estadual. Participaram o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), o secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, e o delegado-geral da Polícia Civil, Artur Dian. Também na solenidade, entregaram-se 75 novos veículos para reforçar delegacias, inclusive da Baixada Santista. Na região, ampliarão a frota em Santos, Guarujá, Itanhaém e São Vicente, na Divisão Estadual de Investigações Criminais (Deic) e nas delegacias de Investigações sobre Entorpecentes (Dise). Do total, 47 serão destinados à Capital. Para a Região Metropolitana de São Paulo, serão dez. O restante, para o Litoral e o Interior. Investiram-se R\$ 9,8 milhões, oriundos do Fundo de Incentivo à Segurança Pública. Cerca de R\$ 2 milhões saíram dos cofres do Fundo Estadual de Segurança Pública e R\$ 2 milhões de emendas parlamentares. As viaturas destinadas à Capital também atenderão outras regiões do Estado, pois foram alocadas em departamentos que atuam em qualquer cidade. Desde o início da gestão, o Governo paulista adquiriu 365 carros para Polícia Civil, ao custo de R\$ 55,2 milhões. Maior nomeação De acordo com a SSP, os policiais fazem parte da maior nomeação da história do Estado, com 4 mil aprovados em maio deste ano. Deles, 3.517 deram continuidade ao processo de estudos na Academia de Polícia. O órgão contou também que mais de 300 delegados permanecem em formação até novembro, quando está previsto o término do curso. Do total, 1.942 escrivães e 1.060 investigadores formados na academia escolheram onde atuarão. Eles foram distribuídos de acordo a classificação no concurso público.