[[legacy_image_180713]] Com mais de 70 horas de atividades, acontece a partir desta sexta-feira (3), o festival Tu Tá Lendo O Quê?. Esta é a segunda edição do projeto, que terá até o mês agosto eventos on-line e presenciais nas cidades de Santos, em Peruíbe e em Cubatão. (confira a programação detalhada) Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! O festival, produzido pela Selo Criativo, é um incentivo à leitura, à criação literária independente e à produção textual multiplataforma. Tem o objetivo de democratizar o acesso ao tema para diferentes públicos, especialmente, jovens de comunidades periféricas das cidades da Baixada Santista. A programação começa amanhã, às 20 horas, com transmissão ao vivo com o tema Vai Rolar o Quê?. Ela pode ser acompanhada pelo Instagram (@tutalendooque). No sábado, acontece a abertura oficial do evento, das 14h às 18h, com a palestra Como e Por Que Devemos Ler Mais?, com Anelly Moreira, Inês Bari, Michelle Souza e Julio Tumbi Are, no Instituto Arte no Dique (Av. Brigadeiro Faria Lima, 1.349, Rádio Clube). A tarde contará ainda com participação especial de Slam ZN. De acordo com o diretor criativo do festival, Marcos Vinícius Santos, a ideia é falar de literatura da forma mais acessível possível, por isso não há cobrança. Ainda segundo ele, o conceito vai desde o nome do festival até a criação das peças de comunicação. “Acreditamos que parte do distanciamento do tema com o público mais jovem e de comunidades em geral se deu e ainda dá por certa elitização do segmento. Compreendemos que o impacto proposto pelo festival Tu Tá Lendo O Quê? só poderá ser obtido por meio da acessibilidade e das temáticas que propomos para a ação, a fim de que as pessoas se sintam motivadas, inspiradas e seguras para participar de todo o processo formativo. Dessa forma, as atividades buscam promover a troca de experiências e referências entre os alunos e professores de cada oficina”, afirma. Segundo o diretor de produção do evento, Felipe Seguro, o hábito de ler amplia o repertório cultural de qualquer pessoa, levando principalmente os jovens a serem capazes de se expressar de forma mais segura e praticar a escrita correta. Isso contribui, ainda, com seus desempenhos em vestibulares de universidades públicas e privadas e com a autoestima, além deles se tornarem potenciais agentes multiplicadores dessa cultura em suas comunidades. “Mas, para além de ler, queremos instigar o público de interesse a desenvolver seus próprios textos e assim criar uma nova geração de autores”, conclui.