Adriana possui um estilo que transita entre bossa nova, MPB e funk (lEoaversa/Divulgação) Depois de uma bem sucedida estreia em maio do ano passado em Coimbra, Portugal, e em seguida esgotar ingressos em outras sete cidades lusitanas, incluindo Lisboa, Adriana Calcanhotto trouxe a turnê do novo álbum Errante ao Brasil. E no próximo dia 19 é a vez de Santos recebê-la no centro de convenções da Ponta da Praia (Praça Almirante Gago Coutinho, 29). Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Além de faixas do mais recente trabalho, como Prova dos 9, Pra lhe dizer e Larga Tudo, o repertório também é composto por hits da sua discografia, entre eles os clássicos Vambora e Maresia. Errante é marcado pela escolha da alegria, a despeito das canções (poucas) que carregam o peso da tristeza. Até porque o disco responde ao desejo da expansão de Adriana, um reflexo natural ao período de recolhimento vivido entre 2020 e 2021, devido à pandemia. Ao contrário de Só, seu disco de 2020 que sublinhava aquela solidão enquanto ela era vivida, Errante quer, desde seu título, a porta afora. Esse espírito se mostra não apenas nas canções, quase todas compostas a partir de 2020. As sessões de gravação, realizadas no estúdio da gravadora Rocinante (isolado em Araras, na serra fluminense, cercado de Mata Atlântica), eram a celebração do encontro represado. Errante é o que se chama de um “disco de banda”. E por banda, entenda-se Adriana (violão e voz), Alberto Continentino (baixo, piano e lira), Davi Moraes (guitarra e violão) e Domenico Lancellotti (bateria e percussão), como reforço dos sopros de Diogo Gomes, Jorge Continentino e Marlon Sette. Com um estilo que transita entre bossa nova, MPB e funk, abordando temas que vão desde o prazer até reflexões profundas sobre a vida, Adriana Calcanhoto também está à frente da direção do espetáculo. No palco estarão ainda os integrantes da banda. Convites já estão à venda no site bilheteriadigital.com, com preços a partir de R\$ 80 (meia).