[[legacy_image_201232]] O ex-funcionário e percursionista Durval Benicio da Luz Filho pediu uma indenização de R\$ 2,3 milhões para a cantora Claudia Leitte após relatar ter sido vítima de assédio moral durante os 22 anos que trabalhou com ela. Além disso, ele alega que desenvolveu surdez nos palcos e colocou a família em risco ao pegar Covid-19 em um dos shows. Luz também acusa Luciano Pinto, produtor musical de Claudia, por hostilizá-lo. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! “Vim desde a época do Babado Novo e fui tratado como cachorro, como lixo, como mendigo. De esquina, de quinta, como se eu não tivesse estudado para isso. Foi assim que eu fui tratado. Estou reivindicando pela forma que me trataram. Não tenho nada contra ninguém”, disse o percursionista. A suposta vítima apresentou documentos, vídeos e fotos para reforçar sua versão em uma audiência virtual realizada na última segunda-feira (15). A cantora não esteve presente, mas foi representada pela advogada Carolina Agostineli Rodrigues e pelo pai, Claudio de Oliveira Inácio. "Fui muito seduzido, hostilizado, no local de trabalho. Se você não fizesse aquilo, iria sair. Tudo ela sabe, porque ninguém faz nada na casa dos outros sem saber. A banda toda ficou sem falar comigo", acusa Luz. Um dos últimos trabalhos de Luz e Claudia juntos foi em dezembro de 2021, na virada do ano. Ele afirma que a equipe da cantora foi irresponsável por não seguir protocolos contra a Covid-19 durante os shows. *Com informações do UOL