[[legacy_image_312952]] É agosto de 1944. A cidade francesa de Saint-Malo é ocupada pelas tropas nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. No entanto, em meio aos horrores e às perseguições implacáveis, nasce uma conexão entre dois jovens fascinados por rádio, que sintonizam a mesma estação para ouvir um velho professor que fala sobre ciência com um olhar filosófico. Esta é a trama da minissérie “Toda luz que não podemos ver”, da Netflix, que nos conduz a um romance épico, dramático e sensível. Um dos melhores lançamentos do ano no streaming, a série 'Toda luz que não podemos ver' é dirigida pelo premiado cineasta canadense Shawn Levy, que também assina o roteiro em parceria com o britânico Steven Knight, criador de Peaky Blinders, a mais bem sucedida série britânica, estrelada por Cillian Murphy (Oppenheimer). 'Toda luz que não podemos ver' é uma adaptação do romance homônimo do escritor norte-americano Anthony Doerr, que venceu o Prêmio Pulitzer, na categoria Ficção, em 2015. Doerr levou 10 anos para concluir a obra que se tornou um best-seller. Como éA história de ficção gira em torno de Marie-Laure LeBlanc, uma jovem francesa cega interpretada pela atriz estreante Aria Mia Loberti, que é forçada a fugir das forças nazistas por estar em posse de um diamante raro, deixado por seu pai, Daniel LeBlanc, interpretado pelo ator Mark Ruffalo. Marie conta ainda com a proteção do tio Etienne LeBlanc, interpretado por Hugh Laurie (House). Como forma de resistência, pai e filha fazem transmissões de rádio clandestinas, que são ouvidas por Werner Pfennig, um adolescente alemão interpretado por Louis Hofmann (Dark). Por ser um perito em montar aparelhos de rádio, fazer e captar transmissões clandestinas, Werner é forçado a se alistar no exército de seu país pela Gestapo, a polícia secreta da Alemanha nazista. Em uma de suas missões, Werner conhece Marie. Rodada em Saint-Malo, na região da Bretanha, às margens do Canal da Mancha, a produção apresenta uma fotografia belíssima. Saint-Malo é uma cidade murada, conhecida como a “cidade dos corsários” e fundada no século 1 antes de Cristo. À mercê da escuridão dos tempos de guerra, é através das sábias palavras do velho professor da estação de rádio que Marie e Werner enxergam a luz na esperança de dias melhores e no sentimento que nutrem um pelo outro.