[[legacy_image_91448]] A apresentadora Titi Müller revelou em entrevista à revista TPM que sofreu um aborto espontâneo cerca de nove meses antes de engravidar do filho. A artista deu à luz o filho Benjamin, fruto de seu casamento com o músico Tomás Bertoni, pouco tempo depois, em junho de 2020. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! "Foi meio de repente e, apesar de querer muito, não fui tomada por um sentimento de felicidade logo de cara, o que me causou uma culpa horrível. Na real, essa primeira gravidez foi a experiência mais intensa e avassaladora que eu já tive na vida. Eu sofro de ansiedade e tomava um remédio forte, de uso contínuo. Minha obstetra da época mandou eu cortar imediatamente, no seco, e foi a pior coisa que ela poderia ter feito (hoje sei que existem maneiras de fazer isso de um jeito gradual, mesmo não sendo um medicamento permitido para gestantes). Passei mais de uma semana sem dormir nem um segundo, paniquei, tive sentimentos muito ambíguos. E então descobri que tinha perdido o bebê", revelou. Ela lembra que percebeu o sangramento durante uma gravação. O marido estava viajando, portanto, Titi foi sozinha. "Fui sozinha para o hospital, chorando muito e, ainda bem, encontrei uma médica acolhedora, que me examinou e deu a má notícia. Fiquei bem abalada, chorei muito. Depois tomei um ansiolítico, fumei um cigarro atrás do outro e abri uma cerveja. Resumindo: fiz tudo o que eu não podia quando estava grávida". Na segunda gestação, se manteve calma e tudo correu naturalmente. Além da triste revelação, Titi também comentou a separação de seu marido. Após o nascimento do filho, os dois teriam se afastado e começado a desconectar. "Chegávamos no pediatra e parecia que estávamos falando de bebês diferentes, tamanha a desconexão. E aí fomos nos perguntando: para que insistir mais, se não tá legal para nenhum dos dois? Não sei se é definitivo, mas decidimos nos separar". "Claro que ninguém se separa feliz, a gente se separa para buscar a felicidade. Mas não acho que seja sobre largar a toalha, e sim sobre reconhecer nossos limites. Parece que saiu um peso. No dia que a gente decidiu se separar, o alívio foi tão grande que a gente até transou", concluiu. *Com informações do jornal O Dia