[[legacy_image_164122]] A chuva foi implacável, encurtando o show, mas não atrapalhou a emoção e a interação com o público. Assim, a trajetória de uma vida na música – que continua muito além, diga-se – da banda santista Aliados foi coroada no palco Ônix do Lollapalooza, neste domingo (27). Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! “A gente está feliz demais de estar aqui, aproveitando esse momento da melhor forma; a oportunidade de estar num palco como esse, representando nossa Cidade, deixando a nossa mensagem”, disse o vocalista Gustavo Fildzz. “Só temos a agradecer a quem veio, o Lollapalooza, por ter recebido a gente, e todos os fãs que estavam ali cantando junto, vibrando junto. Foi muito, muito bom”, completou Fildzz. Chuva....O show do Aliados começou às 12h55, como previsto. Por volta de 13h30, a apresentação foi paralisada por conta do mau tempo. Os telões pediam ao público para se afastar das estruturas metálicas. “Foi muito importante para nós e a gente continua esse show em breve”, disse Fildzz. A apresentação previa 13 canções – as que a banda, com 20 anos de estrada, já sabe que vão funcionar muito bem em um palco do porte do Lolla. Também estavam previstas as participações dos cantores Di Ferrero e Supla. “Eles são meus amigos. Tocamos Garota de Berlim no acústico deles. Recebi o convite com muita honra”, disse Supla, antes do show. O baterista, Rafa Borba, fez questão de lembrar de Taylor Hawkins, baterista da banda Foo Fighters, encontrado morto em um quarto de hotel na Colômbia, na sexta. Os Foo Fighters iriam fechar o Lolla, ontem à noite. “Quando a gente ficou sabendo que eles (Foo Fighters) iam tocar no Lolla, comemoramos. E o Taylor era um grande ídolo meu”. Após a paralisação, os shows retornaram às 15h30. No lugar dos Foo Fighters, se apresentaram Emicida, Planet Hemp e vários convidados, em tributo a Taylor.