[[legacy_image_119975]] A 45ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo se encerrou nesta quarta-feira (3), com cerimônia no Vale do Anhangabaú, embaixo do Viaduto do Chá. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! O Prêmio Leon Cakoff foi entregue à atriz, diretora e produtora baiana Helena Ignez. A solenidade foi apresentada por Renata de Almeida e por Serginho Groisman, e contou com a presença dos brasileiros premiados e de personalidades do meio cultural. Entre as escolhas do público, estão os filmes Urubus, Onoda — 10 Mil Noites na Selva, Summer of Soul (...ou, Quando a Revolução Não Pôde ser Televisionada) e O Melhor Lugar do Mundo É Agora. Clara Sola foi escolhido como melhor filme na seção Competição Novos Diretores, com Wendy Chinchilla Araya (Clara Sola) escolhida como melhor atriz e Yuriy Borisov (Compartment nº 6) como melhor ator. Pequena Palestina, Diário de um Cerco teve Menção Honrosa. Outras obras foram escolhidas pelo público e pela crítica brasileira. Os filmes receberam o Troféu Bandeira Paulista (uma criação da artista plástica Tomie Ohtake). O projeto premiado no Projeto Paradiso, uma iniciativa do Instituto Olga Rabinovich de bolsa no valor de R\$ 30 mil, foi Entre Espelhos. Já no Prêmio da Crítica, foram escolhidos Urubus como o Melhor Filme Brasileiro e O Compromisso de Hasan como melhor estrangeiro. O Prêmio da Abraccine, que seleciona o melhor filme brasileiro entre os diretores estreantes, elegeu A Felicidade das Coisas, de Thais Fujinagua. Por fim, no Prêmio Brada de Direção de Arte, o vencedor foi novamente Clara Sola.